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Sp. Braga empata com Aston Villa na apresentação



O Sp. Braga apresentou-se neste sábado aos sócios e adeptos com um empate (1-1) diante do Aston Villa.

Leonardo Jardim apresentou um onze com apenas quatro jogadores que estavam nos bracarenses na época passada: Alan, Hugo Viana, Lima e Quim. Todos os outros foram reforços de Verão, com destaque para a titularidade de Nuno Gomes. Aos 18 minutos, Alan inaugurou o marcador, batendo Shay Given com um grande remate de pé esquerdo, de fora da área. No entanto, aos 38 minutos, Charles Nzogbia, restabeleceu o empate, batendo Quim com um remate cruzado de pé esquerdo, no interior da área.

Na segunda parte, as várias substituições efectuadas retiraram intensidade ao jogo mas, tal como na primeira parte, o Sp. Braga foi sempre superior e dispôs das melhores ocasiões. Ainda assim, o resultado final foi mesmo o empate a uma bola.

Benfica bate Arsenal e conquista Eusébio Cup

Nolito e Aimar em destaque na vitória sobre o Arsenal (foto ASF)

Benfica venceu o Arsenal por 2-1, jogo da 4.ª edição da Eusébio Cup disputado este sábado no Estádio da Luz. Van Persie marcou para os londrinos na primeira parte, Aimar e Nolito operaram a reviravolta no segundo tempo.

Grande jogo na Luz, com muitas oportunidades de parte a parte mas com o Arsenal a ser mais eficaz no primeiro tempo. Van Persie marcou aos 34 minutos após passe de Gibbs.

No segundo tempo, Jorge Jesus faz várias substituições mas foram Aimar, Witsel, Gaitán e Nolito a fazerem a diferença. Marcou primeiro Aimar, após jogada de Gaitán na direita que contou ainda com o contributo do Nolito. O espanhol desfez a igualdade após passe de Capdevila, uma estreia absoluta com a camisola encarnada. O Benfica podia mesmo ter goleado mas as redes da baliza do Arsenal não voltaram a balançar. Luisão atirou à barra. Javi García, Gaitán, Urreta e David Simão viram Fabianski brilhar e negar o terceiro golo ao Benfica. in ABola

Rio Ave x FC Porto

Empate suficiente para conquistar troféu

Witsel  (foto ASF)

O Benfica empatou esta noite a dois com o Anderlecht, na terceira e última jornada do Torneio Internacional do Guadiana, que decorreu ao longo do fim-de-semana no Estádio do Algarve.

Saviola, eleito o melhor jogador e melhor marcador do torneio, fez o golo inaugural da partida, em excelente jogada individual pela esquerda. O Anderlecht reagiu bem, aproveitou a saída de Miguel Vítor (lesionado) aos 24 minutos, e deu a volta ainda antes do intervalo, com golos de Lukaku e Matias Suarez. Na segunda parte, Urreta, que estará de saída do clube da Luz, fez o golo que valeu o empate aos encarnados.

Uma vez que tinham vencido na primeira jornada os franceses do Paris Saint-Germain por 3-1, os encarnados conquistam o torneio pela quinta vez nas 11 edições do torneio. in ABOLA

Porto vence Verl no adeus à Alemanha



O FC Porto terminou o estágio com uma vitória sobre os amadores do Verl, mas com uma exibição cinzenta, sobretudo na segunda parte. O desgaste ao fim de 11 dias de intenso trabalho, misturado com a exigência física do encontro da véspera justificam parte da sonolência. A falta de entrosamento entre alguns jogadores, o mau rendimento de outros e a experiência táctica final (4x1x3x2) explicam o resto: uma equipa que ainda precisa de afinações em todos os sectores e condicionada pela ausência de vários candidatos ao onze. O protagonista é que se mantém inalterado: Hulk. Marcou um golo de grande penalidade e esteve nos lances dos outros dois, respondendo à expulsão da véspera com uma boa exibição. Kléber bisou, mas até podia ter saído do jogo com uma mão-cheia de golos. Djalma voltou a decepcionar.

Desta vez, houve pouco jogo pelas alas, com excepção do lado direito quando Hulk ou Kelvin surgiam por lá. Do outro lado a relva foi pouco pisada porque Addy não subia e Djalma, insista-se, esteve desastrado. O FC Porto entrou a perder - golo do Verl aos 2' - e demorou a reagir, percebendo-se rapidamente a tendência para gerir a posse de bola sem grandes acelerações ou desequilíbrios. Ainda assim, foram criadas oportunidades mais do que suficientes para nova goleada, mas o cansaço pesou bastante na hora de finalizar. Kléber empatou, após um bom passe do Incrível, que completou a cambalhota através de uma grande penalidade.



Ao fim de uma hora de jogo, e já depois de Kléber voltar a empurrar para as redes, Vítor Pereira mudou a equipa e o sistema, ensaiando um 4x1x3x2 que, admitiria no final, poderá ser útil ao longo da época, mas não necessariamente com os mesmos intervenientes. Neste caso, aproveitou a qualidade dos três médios criativos - Moutinho, Rúben e Belluschi, que jogaram na mesma linha -para privilegiar o jogo interior. Souza actuou mais junto ao sector defensivo, com Hulk e Varela na frente. O "lifting" táctico não trouxe velocidade ao encontro e, na prática, o mais emocionante foi contar os minutos para o apito final. Do jogo e do estágio na Alemanha...

Benfica termina estágio helvético com derrota


No terceiro e último jogo do estágio na Suíça, o Benfica foi derrotado esta terça-feira pelos franceses do Dijon, por 1-2.

O Benfica, que entrou em campo com uma defesa bastante diferente do habitual, com Javi Garcia adaptado a defesa-central e Fábio Faria a lateral esquerdo, acabou por pagar essa situação com uma derrota. Aos 41 minutos, lançamento em profundidade, com Jovial (Dijon) a desviar a bola para o colega Raphael Cáceres, que sozinho na área, ultrapassou facilmente o guarda-redes Artur.

O Benfica, na primeira parte, limitou-se a criar perigo sobretudo pelos livres de Cardozo. Na segunda parte, o treinador Jorge Jesus realizou inúmeras alterações e o Dijon aproveitou para elevar a contagem. Aos 73 minutos, o Dijon saiu num rápido contra-ataque, com Courgnoud a aproveitar a má posição do lateral Wass para entrar na área e bater Roberto. A resposta do Benfica apenas surgiu perto do apito final. Aos 90 minutos, David Simão assistiu Urreta, com o jovem extremo a superar a marcação e a reduzir. in ABOLA

Preparação: Benfica x Dijon



Assista aqui ao jogo que dá por terminado o estágio do Benfica na Suíça. Depois da goleada frente aos jogadores de Friburgo e do empate diante do Servette de Costinha, os encarnados jogam com o Dijon, emblema francês da Ligue 1. Transmissão em directo a partir das 20h00.


Benfica recebe Arsenal para a Eusébio Cup


O Arsenal vai ser o adversário da equipa de futebol do Benfica na Eusébio Cup, a 06 de Agosto, numa pré-temporada de 2011/2012 que começa a 22 de Junho e engloba um estágio na Suíça.

O Benfica, que ainda não definiu todos os adversários que vai defrontar na pré-época, informa que o clube londrino jogará no Estádio da Luz, em Lisboa. Jorge Jesus e o plantel regressam ao trabalho a 22 de Junho e reservam os dois dias seguintes para os habituais testes médicos, com o primeiro treino aberto a 27. Nesse dia e no seguinte (28 de Junho), todos os futebolistas estão disponíveis para a imprensa. A 3 de Julho, o plantel "encarnado" parte para a Suíça, onde estagiará no Centro Desportivo de Colovray, em Nyon, com jogos de preparação ainda por definir. A equipa está de volta a Portugal a 11 de Julho e dois dias depois joga em Albufeira, frente a adversário também por definir, antes de disputar, a 15 e 17, o Torneio do Guadiana, prova cujos participantes ainda não são conhecidos.

A apresentação aos sócios está marcada para 20 de Julho, com opositor a determinar, e a época oficial começa a 26 ou 27, na terceira pré-elimintória da Liga dos Campeões. A segunda "mão" disputa-se a 2 ou 3 de Agosto.

A primeira jornada da liga será realizada a 14 de Agosto.

Benfica termina pré-temporada com derrota; Tottenham conquista Eusébio Cup


O Benfica fechou a pré-temporada com uma derrota, em casa (0-1), diante de um sólido Tottenham, que assim conquistou a terceira edição da Eusébio Cup. Depois de nove jogos de preparação a reforçarem um crescendo de optimismo nos adeptos, a segunda derrota, no único jogo em que a equipa ficou em branco, representou um brusco golpe de travão na euforia, como que a lembrar que as coisas a sério só agora vão começar.

Apesar dos preliminares a deixar um cheirinho a Liga dos Campeões, a primeira parte foi decepcionante. Jorge Jesus repetiu o onze que tinha triturado o Aston Villa dois dias antes, mas a dinâmica não se repetiu: a sucessão de jogos e a proximidade da estreia oficial tornavam muito difícil manter os níveis de andamento. E este Tottenham, possível adversário do Sp. Braga no play-off da Champions, tem muito mais qualidade e consistência do que os villains. Assim, apesar de um lance promissor logo a abrir (passe a rasgar de Jara para remate cruzado de Cardozo) os primeiros 20 minutos expuseram a quase total incapacidade encarnada para as recuperações rápidas que ajudam a fazer a diferença. Por isso, foi sem aparente dificuldade que o Tottenham fez jogo igual, com o duelo de aceleras entre Coentrão e Lennon a resgatar um espectáculo aquém das expectativas.

No entretanto, algumas indecisões de Roberto reacendiam interrogações antigas nos adeptos, e Ruben Amorim sentia dificuldades para estancar o seu flanco, devido às frequentes subidas de Bale, que originavam lances de dois para um. Pela positiva, Airton e Carlos Martins iam confirmando os créditos desta pré-temporada que bem podem valer-lhes a titularidade nos jogos a doer. Pertenceram, aliás, a Carlos Martins os raros toques a reunir. Primeiro num remate ao lado após amortecimento de Jara; depois num belo contra-ataque que iniciou e concluiu, com Saviola e Cardozo também na jogada. Gomes defendeu a bomba como pode, e a recarga de Saviola, ao lado, encerrou o lance mais bonito da primeira parte.



Esperava-se o crescimento do Benfica, mas a primeira parte terminava com o gigante Crouch a ameaçar a baliza de Roberto num cabeceamento cruzado após canto de Bale. Tudo somado, era curto para as expectativas, mas compreensível pelo contexto. A lesão de Pedro Proença ao intervalo anunciou a previsível enchente de substituições. Entre reforçar a intensidade para tentar criar mais dificuldades ao Tottenham ou gerir esforços a pensar na Supertaça, a opção de Jesus era clara. E já depois de Cardozo ter desperdiçado a única oportunidade de que dispôs, o Tottenham puxou dos galões e chegou ao golo, num bom trabalho de, prolongado por um toque de magia de Giovani dos Santos. Bale, na cara de Moreira, não falhou (54 m).

Tornava-se impossível juntar o útil - o teste exigente - ao agradável - o resultado e a exibição - e Jorge Jesus prosseguia o plano inicial. Dos titulares, só ficava em campo Carlos Martins, por sinal o melhor de todos, em mais uma confirmação do adeus de Ramires. Sem surpresa, as substituições sucessivas tiraram ainda mais fluidez à equipa e permitiram ao Tottenham manter a situação sob controlo até ao fim. in Maisfutebol

Benfica volta a golear e conquista Torneio do Guadiana


O Benfica venceu a décima edição do Torneio do Guadiana, derrotando, neste domingo, o Aston Villa, por 4-1, com golos de David Luiz, Saviola (2) e Cardozo. Carew marcou pelos ingleses. Os encarnados conquistam o troféu pela quarta vez, sendo agora o clube mais vitorioso da competição.

Frente aos ingleses, Jorge Jesus voltou a testar o plano B, em 4x3x3, «com algumas nuances», como o próprio anunciou. Luisão começou a titular, no lugar de Sidnei, certamente já a pensar no jogo com o F.C. Porto, para a Supertaça. Airton, mais recuado, com Carlos Martins e Aimar mais adiantados, formaram um meio-campo dinâmico, no apoio ao trio de ataque: Cardozo, mais fixo, Saviola e Jara, mais móveis, caindo, quando necessário, nos flancos. Nas movimentações ofensivas, Fábio Coentrão foi o lateral com mais liberdade para subir, aparecendo então David Luiz a fechar o lado esquerdo da defesa com Airton a recuar para junto de Luisão.

Jara (Benfica) e Young (Aston Villa) em luta pela bola

Sempre em pressão alta, o Benfica teve muita bola na primeira parte, controlando o jogo desde o início, chegando sempre primeiro que o adversário, evidenciando já bons indicadores dos níveis físicos, como ficou demonstrado no primeiro golo, quando David Luiz antecipou-se a Delfouneso, à entrada do meio-campo, rematando depois com a bola a tocar em Dunne e a enganar o guarda-redes. in Maisfutebol

Torneio do Guadiana: Benfica vs Aston Villa

Dragões despedem-se de Paris com nova derrota

F.C. Porto regressa ao trabalho

F.C. Porto em construção, a uma semana no arranque oficial da temporada. Demasiadas incertezas em torno de um dragão que não acerta nos lances de bola parada. André Villas Boas despede-se de Paris com dores de cabeça. Três golos sofridos de livre indirecto, numa área onde falta patrão. Bruno Alves ficou a ver, frente a PSG e Bordéus (2-1).

O Bordéus operou a reviravolta após o golo de Walter (31m), aproveitando um sem número de mudanças no onze azul e branco. O formato da prova motiva o risco. A segunda vaga não correspondeu, sobretudo na organização defensiva. Urge definir quem sai e quem fica. Bruno Alves, Raul Meireles e Tomas Costa foram a França para ver jogar. Alvaro Pereira e Fucile regressaram depois dos portugueses e foram opção. Walter. Seis letras para escrever a única boa notícia da viagem a Paris. Villas Boas ganhou uma alternativa a Falcao, goleador forçado a horas extraordinárias na pré-época, devido à falta de soluções. O reforço posicionou-se entre as torres gaulesas, denotou bom controlo de bola e capacidade para usar o corpo como arma. Faltou a mobilidade, a tal capacidade de explosão mencionada no currículo. Nem mesmo o pontapé forte apareceu. O reforço marcou aos trambolhões, um ensaio defeituoso, tão eficaz como qualquer outro.


Belluschi serviu Varela, o extremo voltou a provar que está com mérito na luta por um lugar e abriu caminho para o remate de Walter. Em queda, com o pé esquerdo, bola a bater na relva e a enganar o guarda-redes adversário. Pouco antes, o mesmo guardião tinha travado um ensaio forte do Bigorna, após cabeceamento pouco colocado de Sapunaru. O F.C. Porto chegava ao intervalo em vantagem, voltando a provar que tem mais para oferecer nas etapas iniciais. É essa a imagem desta pré-época. Ainda assim, com uma equipa renovada (Maicon e Alvaro Pereira foram os únicos repetentes) em relação à véspera, os dragões estiveram uns furos abaixo do habitual.

Valiam exibições individuais consistentes, como Belluschi, Varela ou Castro. O médio português substituiu precocemente Ruben Micael, devido a problemas físicos. Souza surgiu na posição defensiva do sector intermediário. Ao contrário de Walter, estragou tudo o que fez de bom com um erro comprometedor. Com uma hora de jogo, após livre na direita, aliviou mal uma bola e permitiu o empate do Bordéus. Sapunaru sofreu falta, o árbitro nada assinalou e Ayité aproveitou. Os dragões atacam com alguma qualidade, já nesta fase e mesmo a ritmos baixos, mas defendem sem grande segurança. Villas Boas tem testado alternativas, uma vez que Fucile, Bruno Alves, Rolando e Alvaro Pereira voltaram mais tarde. Uma defesa inteira por formar.

Tal como na época passada, numa realidade agravada pela tal incerteza quanto à composição do sector recuado, o F.C. Porto denota fragilidades nos lances de bola parada. Sereno tentou fintar onde não devia, originou um livre e Ciani saltou melhor que Emídio Rafael, para o 2-1. Duas derrotas num Torneio de Paris que não deixa boas recordações. in Maisfutebol

FC Porto vs Bordéus

FC Porto derrotado ao cair do pano no primeiro encontro em Paris


As ideias raiam o pensamento do F.C. Porto. Num cenário privilegiado, em plena Cidade-Luz, os dragões confirmam estar aprender a lição por outra cartilha, por um manual bem diferente daquele leccionado nas quatro épocas anteriores. E essa é uma boa notícia. Acima de tudo, por haver um plano bem definido, escrupulosamente direccionado e formatado. A derrota (1-0) sofrida já em período de descontos diante do PSG não deixa ficar mal tudo o que está alicerçado nessas tais ideias.

A nova ordem do dragão impõe a posse de bola como máximo mandamento. Os jogadores já sabem bem o que fazer na construção ofensiva e parecem confortáveis neste corpo moldável, camaleónico. Há trocas posicionais constantes, há improviso e criatividade. Nesse sentido, numa espécie de anarquia organizada, o F.C. Porto está bem encaminhado. Não admira, portanto, que a equipa tenha criado tantas situações de golo frente ao PSG. Falcao (aos seis minutos), Hulk (30) e novamente Falcao (56) tiveram nos pés claríssimas ocasiões para bater Edel. Não o conseguiram, por infortúnio, cansaço ou precipitação. E esta é a primeira má notícia para os portistas.

Bons períodos, algum futebol dinâmico e arrasador, razoável condição física. O teste dá positivo, sem dúvida, a uma semana do primeiro jogo oficial da época. Mas nesta história, de ideias assumidas e luz no fundo do túnel, também há defeitos compreensíveis e corrigíveis. Pelo menos, há qualidade e matéria-prima para isso. Alerta número dois: o F.C. Porto defendeu muito mal nos lances de bola parada. Kezman (39) e Camara (68) aproveitaram a apatia e o mau posicionamento dos dragões nessas jogadas de laboratório para assustar Kieszek e Helton. Alerta número três: os laterais Miguel Lopes e Emídio Rafael (Alvaro Pereira está a treinar há uma semana, tem atenuantes) exageraram na procura das tabelas com o extremo, arriscando situações de desequilíbrio defensivo. Alerta número quatro: Fernando está bem, confiante, mas as suas subidas ainda não são devidamente cobertas por um dos outros dois homens que jogam no meio-campo. Na segunda parte, após um passe errado, isso ficou claro.

Individualmente, há algumas boas exibições a destacar. Falcao pela mobilidade, Hulk pela capacidade de desequilibrar (atenção aos exageros), João Moutinho pela serenidade, Rúben Micael pela capacidade de impor organização. Rolando fez um bom jogo também, melhor do que Maicon (dois lapsos na primeira parte). Walter era a maior das expectativas e jogou cerca de meia-hora. Não fez muito, naturalmente, embora seja evidente a forte compleição física. Baixo, potente, tem muitos dias de trabalho pela frente até se poder assumir como clara alternativa a Falcao. Este F.C. Porto de Villas-Boas escolheu um caminho e tem ideias interessantes. Mas ainda há sombras a encobri-las. in Maisfutebol

Paris SG vs FC Porto

Bancada amovível cai e provoca cinco feridos


Uma das placas de uma das bancadas amovíveis do Complexo Desportivo de Vila Real de Santo António caiu pouco depois do termo do encontro de futebol Benfica-Feyenoord, tendo provocado cinco feridos, segundo fonte da organização do torneio.

A organização do torneio do Guadiana, a cargo da João Peres Sport e em que participam Benfica, Feyenoord (Holanda) e Aston Villa (Inglaterra), garantiu que assumirá as suas responsabilidades, mas disse também que irá exigir responsabilidades à empresa que foi contratatada para montar as bancadas. João Peres, organizador do evento, informou, citando um dos médicos que prestou assistência no local, que um dos feridos terá sofrido uma fractura num dos membros, enquanto os restantes, à partida, não inspiram cuidados.

"A João Peres Sport vai averiguar para apurar o que se passou e assumir as suas responsabilidades, mas também responsabilizar a empresa que nos prestou este serviço", disse João Peres, esperando que este incidente não manche os 10 anos em que já vai o torneio. O responsável pela organização espera que a situação possa ser resolvida a tempo de a bancada poder ser utilizada nos próximos dois jogos, sábado no encontro Feyenoord-Aston Villa e domingo no Benfica-Aston Villa.

Benfica entra a vencer no Torneio do Guadiana


O Benfica começou da melhor maneira a defesa do Torneio do Guadiana, ao golear o Feyenoord, por 4-1, com golos de Cardozo, Felipe Menezes e Ruben Amorim. Pelos holandeses, marcou Smolov.

Com uma entrada nada consentânea com os desígnios do Benfica de Jorge Jesus, os encarnados foram surpreendidos pelos holandeses, que dominaram o jogo nos primeiros 25 minutos. Nesse período, marcaram um golo logo aos quatro, aproveitando um mau atraso de Ruben Amorim que isolou Smolov, não tendo este dificuldade em bater Roberto com um remate rasteiro, junto ao poste esquerdo. Os holandeses dominavam por completo, com muita dinâmica no meio-campo, trocando muito bem a bola e desorientando os encarnados, que tinham muitas dificuldades em pegar no jogo, e sem fazer a pressão alta que Jesus tanto gosta e quer. Assim, viu-se um Benfica «a cheirar a bola» correndo atrás dos holandeses, que, diga-se, dominavam mas também não criavam muito perigo. Mas não deixavam os encarnados pegar no jogo. Além do golo, só por uma vez Roberto passou por dificuldades, mas resolveu com os pés, uma entrada perigosa de um adversário, pela esquerda. Na sequência, Sidnei aliviou e a bola rebentou.

E foi com uma Jabulani nova que o Benfica «entrou» no jogo, com uma alteração efectuada por Jesus, que foi preponderante: três minutos antes, trocara as posições de Coentrão com Peixoto, dando mais profundidade ofensiva, e velocidade de execução no último terço, contagiando o resto da equipa, que, a partir daí, pareceu outra, obrigando os holandeses a recuarem, construindo situações de golo em catadupa, suficientes para irem para o intervalo com outro resultado. A mais flagrante oportunidade aconteceu aos 30 minutos, numa tabela entre David Luiz e Coentrão, com o brasileiro a rematar à barra da baliza de Mulder.



Para a segunda parte, Jesus fez quatro alterações. Saíram Javi, Aimar, Carlos Martins e Kardec, por troca com Airton, Ramires, Cardozo e Jara. Quatro substituições que deram continuidade à boa qualidade de jogo que o Benfica foi para intervalo. E foi com naturalidade que os encarnados empataram o jogo, por Cardozo, na sequência de uma jogada de Coentrão, pela esquerda. As oportunidades apareciam com simplicidade, com Cardozo a acertar na barra aos 56 minutos, de cabeça, na sequência de um canto, para três minutos depois, David Luiz expressar a sua apetência para acertar nos ferros da baliza adversária, agora no poste esquerdo, com Saviola a recargar, com desvio do guarda-redes para canto. Pelo meio, tempo para Roberto brilhar, com espectacular defesa, desviando com uma palmada um remate de Biseswar, batendo a bola ainda na barra da baliza. E por este lance ficaram-se os holandeses.

E com Cardozo em campo aumentam as possibilidades de golo. Se a ele juntarmos Ramires, o caminho fica mais desbravado. Foi o que aconteceu aos 71 minutos, quando o brasileiro isolou o paraguaio, para colocar o Benfica em vantagem, que seria reforçada quatro minutos depois, com um golo de Felipe Menezes, num livre directo rasteiro. O festim continuou e Cardozo ofereceu a Ruben Amorim a oportunidade de se redimir do erro que deu o golo aos holandeses, passando a bola por cima de um adversário e timbrando o jogo com uma goleada. in Maisfutebol

Benfica vs Feyenoord

Benfica conquista segundo troféu da Pré-temporada


O Benfica venceu o Sunderland, por 2-0, na Albufeira Summer Cup. Cardozo e Carlos Martins marcaram os golos, numa exibição bem positiva dos encarnados.

Mudam os nomes mas a postura permanece inalterável. Jorge Jesus operou algumas mudanças no onze habitual desta pré-época, mas mantiveram-se os princípios de jogo, que não deram veleidades aos ingleses na primeira parte. Com uma defesa subida e os médios e avançados a pressionarem no meio-campo adversário, o Benfica mandou no jogo desde o inicio, jogando preferencialmente ao primeiro toque, os encarnados mantiveram os ingleses sempre muito distantes da baliza de Júlio César. Sem alterações na defesa, Jorge Jesus mudou do meio-campo para a frente. Entraram Javi Garcia, Felipe Manezes, César Peixoto, Weldon, Jara e Cardozo, pouco utilizados de início nesta pré-época. Mesmo com tantas mudanças a estrutura do Benfica não vacilou e viu-se muitas jogadas bem elaboradas, pecando apenas na finalização.

Assim, aos oito minutos, Weldon pressionou Zenden ainda no meio-campo encarnado e na sequência de um livre favorável aos ingleses, criando a primeira situação de perigo para a baliza adversária, dando a Cardozo a hipótese de remate, que saiu por cima. Aos vinte e um minutos, Jones teve na cabeça a única situação aflitiva para a baliza de Júlio César, mas não acertou na baliza. O substituto de Roberto não efectuou uma única defesa na primeira parte. Cinco minutos depois, Cardozo rematou a meia volta mas a pontaria manteve-se desafinada. O que não aconteceu dois minutos depois, de cabeça, quando aproveitou um primoroso cruzamento de Fábio Coentrão, para, ao segundo poste, dar merecida vantagem no marcador. Entre os dois minutos anteriores, ficou também na retina, uma jogada ao primeiro toque entre Amorim, Menezes, Cardozo e Jara. Antes do intervalo, os encarnados ainda desperdiçariam duas boas oportunidades para aumentarem a vantagem, por Weldon e Jara. O Benfica jogou bonito e os adeptos, que lotaram o recinto, gostaram do que viram.



Jorge Jesus efectuou oito alterações ao intervalo,entrando os jogadores que têm sido mais utilizados nesta fase da preparação e o jogo manteve-se sempre controlado pela sua equipa. Moreira, que substituiu Júlio César na baliza manteve-se como mero espectador. As movimentações ofensivas da equipa continuaram a ter nota alta. Kardec, aos cinquenta e oito minutos, falhou na finalização, depois de vistosa abertura de Fábio Coentrão. A intensidade de jogo no último período foi menor, mas o Benfica continuava a jogar bonito, mas com problemas por corrigir na finalização. Defensivamente correu melhor em relação aos últimos jogos, Moreira continuou a ser mero espectador no segundo período.

A superioridade do Benfica ficaria mais vincada perto do final, num portentoso remate de Carlos Martins de fora da área, que só parou dentro da baliza adversária. Momento individual fantástico numa exibição colectiva prometedora. in Maisfutebol

Benfica vs Sunderland

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