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Académica vence Sporting e conquista Taça de Portugal

 73 anos depois, a Académica teve finalmente o tão esperado sucesso. Os homens de Pedro Emanuel derrotaram há momentos o Sporting, e conquistaram Taça de Portugal. O resultado final foi de 1-0, com o golo a ser marcado logo muito cedo na partida. Marinho aproveitou a falha posicional da defesa leonina para bater Rui Patrício e colocar os estudantes em vantagem, que tanto lutaram para conseguir passar o exame final.

A Académica, sempre no seu cantinho, foi dando algum espaço ao Sporting, mas nada chegou para acordar os leões. Muito passivos e previsíveis, os jogadores comandados por Ricardo Sá Pinto demoraram a criar perigo para a baliza de Ricardo, que fez a sua primeira defesa da tarde em cima, veja-se, do minuto 45.

Uma exibição fraca deixou os adeptos leoninos inconsoláveis, eles que estavam, e com razão, com as expectativas bem altas para esta final. Caso o Sporting vencesse, seria o terminar de uma época em bom plano, depois de terem passado por alguns momentos menos bons, nomeadamente aquando da "estadia" de Domingos Paciência em Alvalade. Por outro lado, os estudantes sagram-se novos vencedores da Taça de Portugal e marcam encontro com o FC Porto, para a Supertaça, numa partida que se disputará já na preparação da próxima temporada.

Artigo publicado com o apoio das melhores apostas online

Pedro Proença empurra Sporting para o Jamor

 Acabou há momentos o encontro entre Nacional da Madeira e Sporting. A contar para a 2ª meia-final da Taça de Portugal, os leões foram à Madeira vencer por 3-1. Os golos da equipa de Domingos Paciência foram marcados por Rinaudo, Wolfswinkel (g.p.) e João Pereira, enquanto que o golo dos madeirenses foi apontado por Diego Barcellos.

Num jogo em que se previa que o Sporting atacasse desde cedo, foi mesmo o Nacional o primeiro a criar perigo para a baliza de Rui Patrício. João Pereira, num desvio um pouco infeliz, manda a bola ao ferro da baliza da sua equipa e com isto quase fazia o primeiro golo do jogo...a contar para o Nacional da Madeira.

Rinaudo, regressado de lesão, quis pegar na equipa, e aos 18 minutos faz mesmo o primeiro golo da noite. Grande golo do médio argentino, ao rematar sem hipótese para o guardião do Nacional.

Na segunda parte, Mario Rondon foi expulso e o Nacional ficava reduzido a 10. No entanto, os madeirenses chegaram mesmo ao empate, por intermédio de Diego Barcellos. Cruzamento largo da direita, e o avançado brasileiro aproveitou as falhas dos defesas do Sporting, para concluir de cabeça de forma eficaz. Com o resultado fixado no empate a uma bola, era o Nacional que passava à final e Domingos Paciência arriscou o mais que pode. O treinador português fez entrar Ribas, tirando Fito Rinaudo.

Aos 73 minutos, Pedro Proença, ainda sem se saber como, entende que Claudemir faz falta sobre Insua e assinala grande penalidade. Chamado a marcar, Wolfswinkel não desperdiçou e colocou de novo o Sporting no comando da partida e da eliminatória.

O Nacional não «baixou os braços«, e por intermédio de Keita e Mateus, esteve perto de empatar mais uma vez a partida, porém, nunca conseguiu finalizar com sucesso. Já muito perto do final do jogo, João Pereira recebe a bola a meio-campo, passa de forma muito simples, rápida e eficaz por quatro jogadores do Nacional da Madeira e finaliza picando a bola sobre Marcelo.

A final da Taça de Portugal está marcada para dia 20 de Maio, e vai opor Sporting e Académica de Coimbra.

Veja, ou reveja, os melhores momentos da partida:

Em Directo: Nacional vs Sporting - Taça de Portugal

Local: Estádio da Madeira
Hora: 20h15


Nota: Este artigo não foi criado apenas para partilhar as "streams". O mesmo servirá também para discussão e troca de ideias no decorrer do jogo, por parte de todos os leitores.

Académica vence eliminatória e marca encontro no Jamor

A Académica está na final da Taça de Portugal depois de ter empatado (2-2) frente à Oliveirense no jogo da segunda mão das meias-finais (ganhou 1-0 em Coimbra). Os estudantes vão marcar presença na final da competição pela quinta vez na sua história.

A primeira parte foi movimentada e entre os 18 e os 27 minutos chegou mesmo a ser electrizante já que nesse período se marcaram três dos quatro golos do jogo. Primeiro Clemente colocou a Oliveirense em vantagem mas logo de seguida Marinho empatou. Aos 27 minutos, o árbitro Marco Ferreira entendeu que Hélder Cabral fez falta dentro da área sobre Oliveira e Adriano, na conversão de uma grande penalidade, voltou a dar esperança à equipa da casa.

Na segunda parte, e com a Oliveirense a precisar apenas de um golo para passar à final, esperava-se uma grande pressão da equipa da casa sobre a Académica mas foram os estudantes a matar o jogo. Aos 55 minutos e com a colaboração do guarda-redes Bruno, Marinho como que sentenciou a partida já que a Oliveirense sentiu muito o golo perdendo o ânimo com que encarou toda a primeira parte.

Ainda assim, Ivan Santos ainda enviou uma bola à barra mas a Académica, como equipa mais experiente, controlou os acontecimentos e confirmou a passagem à final.

"Cerelac" não chegou e Paulo Baptista ajudou

O Sporting até esteve a perder por duas bolas a zero. Mas, à margem do que aconteceu no jogo para o campeonato frente ao Paços de Ferreira, em que o Sporting deu a volta quando se encontrava a perder por duas bolas a zero, este jogo estava destinado para que os leões ganhassem. Não foi vitória porque o árbitro não deu 10 minutos de compensação, só deu 5. Mas deu para o empate...

Num jogo a contar para a 1ª mão da meia-final da Taça de Portugal, o Sporting conseguiu milagrosamente o empate a duas bolas  frente ao Nacional da Madeira, em Alvalade.

Na 1ª parte, o Nacional entrou bem, e conseguiu criar algumas oportunidades de perigo para a baliza de Rui Patrício, chegando mesmo ao golo, marcado por Rondon aos 36 minutos. João Pereira, lateral do Sporting, fez falta sobre um jogador do Nacional, e na sequência do livre marcado, Rondon aproveitou para fazer o primeiro golo do jogo. A fechar a primeira parte, Anderson Polga dá uma autêntica oferta a Daniel Candeias que, por sua vez, bateu o guardião leonino com alguma facilidade e aumentou a vantagem para duas bolas a zero. Até aqui tudo parecia fácil...

Na 2ª parte, o Sporting carregou, carregou e o Nacional já pouco conseguia fazer. E se as coisas estavam a levar outro rumo, nada melhor do que uma expulsão de um jogador dos madeirenses. Márcio Madeira levou o 2º amarelo por falta sobre Capel, e o Nacional ficou reduzido a 10. A partir daí, ficou tudo mais fácil e era só uma questão de tempo até que os leões marcassem o seu primeiro golo. E assim foi. Aos 75 minutos, Schaars cruza da esquerda e Elias finaliza de primeira. Bom gesto técnico do brasileiro e o Sporting ganhava mais ânimo. Nota ainda para uma agressão do americano Onyewu a um jogador do Nacional da Madeira deixada passar em branco pelo juiz da partida, Paulo Baptista, num lance que era claramente para expulsão.

O tempo ia passando e o Sporting carregando cada vez mais. E chegou mesmo ao 2º golo no último lance do jogo. Livre da direita, Schaars bate directo. A bola não ia com muita força mas acabou lá dentro. Estrelinha da sorte, diga-se de passagem...

A 2ª mão será em casa do Nacional e irá decidir quem marcará presença no Jamor.

2ª parte de grande nível põe Sporting nas meias da Taça

O Sporting bateu esta noite o Marítimo por 3-0, num jogo a contar para a Taça de Portugal.

A primeira parte foi dividida, com os dois clubes a criarem várias situações de golo, mas a não conseguiram concretizar da melhor forma, também devido aos dois guardiões, que estiveram em bom plano.

Na segunda parte, o Sporting arrancou cedo e chegou ao golo por intermédio de Carrilo. O peruano concluiu (e de que maneira) o cruzamento de Diego Capel e colocou os leões em vantagem.

Pouco depois foi a vez de Wolfswinkel...falhar um penalty. O jovem avançado foi parado por Igor Rossi, que viu neste lance a sua expulsão. No entanto, não conseguiu marcar com eficácia o penalty a seu favor. Ao 60, nova grande penalidade assinalada a favor do Sporting. E desta vez o holandês acertou mesmo nas redes...

Com os insulares reduzidos a 10 e a perder por 2 golos de vantagem, parecia cada vez mais impossível de darem a volta por cima.

Nos minutos finais da partida, Insúa aumentou a vantagem para 3-0 e fechou a contagem do jogo.

No outro jogo de hoje, a Oliveirense venceu o Olhanense e junta-se também ao Sporting e à Académica nas meias-finas da Taça de Portugal.

Académica está nas meias-finas da Taça de Portugal

A Académica venceu ontem o Desportivo das Aves por 3-2, e está nas meias-finais da Taça de Portugal.

Éder, depois de um cruzamento de Sissoko, abriu o marcador para os estudantes, e poucos minutos depois o atacante Pires igualou a partida.

Aos 37 minutos, após novo cruzamento de Sissoko, o central Berger colocou a turma de Pedro Emanuel de novo em vantagem.

Na segunda parte, a Académica aumentou a vantagem por intermédio de Abdoulaye. O central emprestado pelo FC Porto correspondeu da melhor maneira ao canto batido por Adrien.

Já no período de descontos, Bischoff marcou o 3-2 e fechou assim o marcador do jogo.

Dragão fecha época de sonho com dobradinha


O FC Porto terminou a época em grande estilo ao derrotar o Vitória de Guimarães, por 6-2, na final da Taça de Portugal, disputada este domingo no Estádio Nacional, em Oeiras, nos arredores de Lisboa. Um "hat-trick" de James Rodríguez e dois golos de Hulk ajudaram os "dragões" a conquistarem o troféu pela 16ª vez e terceira consecutiva, bem como a conseguirem a sétima "dobradinha".

À procura do quarto título da temporada depois de ter conquistado SuperTaça portuguesa, Liga e UEFA Europa League, André Villas-Boas igualou o recorde alcançado por Tomislav Ivić no clube em 1987/88, quando o FC Porto venceu quatro troféus (Liga, Taça, SuperTaça Europeia e Taça Intercontinental) e fez mesmo melhor do que José Mourinho em 2002/03 e 2003/04, temporadas durante as quais ganhou três provas. E a formação de Villa-Boas não podia ter começado melhor a partida, pois adiantou-se logo aos três minutos. O remate de Fernando Belluschi desviou na defesa vimaranense e a bola sobrou para James marcar sem problemas perto da pequena área. O Guimarães demorou a organizar-se e, depois de ver o guarda-redes Beto – titular em vez de Helton – negar o golo a Edgar, chegou mesmo ao empate aos 20 minutos, num lance infeliz dos “dragões”. Anderson Santana marcou um livre para a área, Rolando desviou para a própria baliza e Álvaro Pereira apenas confirmou o autogolo (21).


Os festejos dos adeptos da equipa da cidade-berço não duraram muito, uma vez que na jogada imediata o FC Porto voltou a adiantar-se, quando James cruzou largo da esquerda e Silvestre Varela bateu Nilson com um remate de primeira e sem preparação. Numa altura frenética do encontro, os vimaranenses voltaram a igualar aos 23 minutos, por intermédio de Edgar, de cabeça e sem oposição, após canto de Santana. Os erros defensivos voltaram a marcar o encontro quando o FC Porto assinou mais dois tentos, aos 35 e 43 minutos: primeiro quando Maicon acertou na trave e Rolando atirou a contar em cima da linha de golo; depois num erro clamoroso do guarda-redes Nilson que, sem qualquer defesa da sua equipa nos postes, não conseguiu suster o canto directo apontado por Hulk. Numa primeira parte de loucos, Beto assumiu então o protagonismo ao defender a tentativa de Rui Miguel e um penalty de Edgar em cima do intervalo, a castigar falta de Fernando sobre Abdelghani Faouzi. E houve ainda tempo para o quinto remate certeiro do FC Porto, no segundo minuto dos descontos, a coroar um contra-ataque de Hulk e uma finalização de classe de James depois de tirar um adversário do caminho.

Hulk viu Nilsson negar-lhe novo tento quatro minutos após o reatamento e João Paulo fazer o mesmo aos 59 minutos, enquanto Fredy Guarín esteve também perto de marcar depois de entrar em campo. Beto voltou a mostrar serviço no duelo com Edgar (68) e pouco depois, a 17 minutos do fim, James fez o sexto golo, de cabeça, na sequência de um cruzamento de Hulk. Para o Guimarães, fica a consolação de voltar à Europa após dois anos de ausência, proeza conseguida antes da final graças ao quinto lugar alcançado no campeonato. in UEFA.com

Falcao e Otamendi falham Jamor


A ausência de Falcao é a nota de maior destaque da convocatória do FC Porto para a final da Taça de Portugal, com o V. Guimarães, amanhã, às 17 horas, no Estádio Nacional, em Lisboa. O impedimento do ponta-de-lança colombiano é motivado por lesão. De fora dos eleitos de André Villas Boas para o último jogo oficial da época fica também o argentino Otamendi, igualmente devido a lesão.

Referência ainda para a chamada de Mariano, que está em fim de contrato e que poderá fazer no Estádio Nacional a sua última aparição com a camisola portista.

Os convocados do FC Porto são os seguintes:
Helton, Maicon, Álvaro Pereira, Guarín, Belluschi, João Moutinho, Mariano, Hulk, Rolando, Sereno, Varela, Walter, James, Sapunaru, Sousa, Beto, Fernando e Ruben Micael.

Final da Taça de Portugal deste ano pode ser a última no Jamor


Segundo o presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que falava no final do sorteio da Taça das Regiões da UEFA, que teve lugar em Braga, os clubes têm "legitimidade" para contestar o local onde se realiza a final porque "o Estádio do Jamor não tem condições de segurança".

"Quase que me atreveria a dizer que na minha opinião, e sublinho isso, esta poderá ser a última final no Estádio do Jamor, porque ou o recinto oferece condições para que se possa fazer lá um santuário, não só da Taça de Portugal, mas também da selecção - veja-se quantas vezes ela lá jogou -, ou temos que procurar outros caminhos", sustentou.

A Final será mesmo no Jamor


Laurentino Dias havia remetido qualquer decisão para a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) sobre a manutenção do Estádio Nacional do Jamor como o local de realização da final da Taça de Portugal deste ano, entre duas equipas nortenhas, Guimarães e Porto.

Ora, ao que parece, a FPF não está disposta a mudar o local da final da prova, pelo que é de esperar que o Estádio do Jamor se mantenha como o local escolhido para se disputar a final da Taça de Portugal.

Jamor pode não ser palco da final da Taça de Portugal


A final da Taça de Portugal, marcada para 22 de maio, poderá não se realizar no Estádio do Jamor, segundo informação avançada pela SIC.

Cadeiras partidas, relvado em mau estado e algumas deficiências na tribuna presidencial são alguns dos problemas apontados pela estação de Carnaxide e que justificam a possível ausência da final da Taça de Portugal no Jamor. Segundo o canal televisivo, as questões de segurança não estão de acordo com a lei sobre a segurança nos recintos desportivos, que foi aprovada, recentemente. A Federação Portuguesa de Futebol garantiu à SIC que está a acompanhar a problemática, não se comprometendo com a tomada de uma decisão para já.

Como alternativa ao Jamor, estão os estádios do Euro'2004, excepto o Estádio do Dragão e o D.Afonso Henriques, assegura a SIC. A decisão final não estará dependente da localização geográfica das equipas em confronto.

Jesus confrontado por adeptos


O clima de insatisfação para com a campanha do Benfica é notório nos adeptos encarnados. A eliminação da Taça de Portugal, quando tudo parecia apontar para a presença das "águias" na final, pelo FC Porto, outra vez no Estádio da Luz, levou alguns anónimos afectos ao Benfica a confrontar Jesus na partida da comitiva para Coimbra. Questionado sobre este incidente, Jesus confirmou.

«O Benfica é um clube muito grande, há adeptos em todo o lado, é normal que não estando satisfeitos mostrem esse descontentamento. Mas conversei com eles, como faço sempre», disse o treinador encarnado.

Fogo do Dragão incendiou a Luz

André Villas Boas treinador do FC Porto festeja na Luz (JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA)

Apenas os mais "ferrenhos" adeptos portistas poderiam acreditar numa reviravolta na eliminatória contra o Benfica depois da derrota imposta pelos encarnados no Estádio do Dragão. O problema parece, para a turma de Jorge Jesus, ser o facto de André Villas-Boas ser um adepto ferrenho do Porto. Três golos azuis-e-brancos, contra um das águias e "remontada" na eliminatória. Os encarnados voltam a claudicar num momento essencial da época, naquele que foi descrito por Jorge Jesus como "o jogo da época".

Villas-Boas lançou um onze próximo do melhor da temporada, mas o principal destaque foi a entrada de Cristián Rodríguez para o lugar de Varela. Já Jesus apostou em Jara e César Peixoto, como se esperava, e voltou a confiar em Carlos Martins para fazer o lugar habitualmente ocupado por Aimar. Ao contrário do que seria espectável, o Porto entrou em campo seguindo uma estratégia de transições rápidas, com defesa alta. Os portistas, a precisar de revirar a eliminatória, apostavam na velocidade do "Cebola" e de Hulk para criar perigo, mas, no primeiro tempo, a maioria das iniciativas, ou esbarrou no desacerto dos dois, ou no bom trabalho dos laterais encarnados. Ainda assim, quem começou a criar perigo foi o Benfica, que tinha claramente mais posse de bola e jogava de forma mais pausada, ciente de que tinha a eliminatória na mão, quando Javi García cabeceou com perigo, ao lado da baliza de Beto.

Reacções do Benfica na Luz (JOSÉ SENA GOULAO/LUSA)


Contudo, a organização defensiva do Porto, impedia a equipa benfiquista de chegar muitas vezes para lá do meio-campo defensivo portista. Numa dessas vezes, Cardozo, servido por Martins, não acertou bem na bola e, na cara de Beto, atirou ao lado. Quando o Porto conseguiu soltar mais o contra-ataque, veio o perigo. Falcao haveria de falhar um golo cantado, imperiosamente negado por Júlio César que ia demonstrado uma enorme segurança na defesa das redes encarnadas.

Jogadores do FC Porto festejam na Luz (ANTÓNIO COTRUM/LUSA)

O nulo ao intervalo não retirou crença aos portuenses e, com James a fazer as vezes de número dez - o colombiano vai reclamando com as exibições que faz que é extremamente dotado para aquela posição -, o Porto deu a volta ao texto. Primeiro João Moutinho, depois Hulk, em possível posição de fora-de-jogo, e finalmente Falcao. Tudo isto em apenas dez minutos. Dez minutos que destruíram o sonho de um dos mais importantes troféus que os encarnados conseguiria conquistar este ano, até porque o melhor que os da casa conseguiram fazer foi reduzir de penalty por intermédio de Cardozo. Ao Benfica resta agora a Liga Europa e a Taça da Liga. Ao Porto "acrescenta-se" agora a Taça de Portugal.


Benfica não quer ceder bilhetes para o FC Porto


O Benfica não quer ceder os bilhetes a que o FC Porto, enquanto visitante, tem direito para o jogo da Taça de Portugal, no Estádio da Luz, conforme falou fonte do clube encarnado à agência "Lusa". Segundo o mesmo indivíduo, o Porto tem uma dívida de 24 500€ por liquidar para com o Benfica - 17 000€ por danos no autocarro encarnado e 7500€ pelos direitos de formação de Pelé - razão suficiente para que não haja bilhetes para os portistas.

A única solução é, para o Benfica, o Porto pagar a dívida que tem com os encarnados, caso contrário, no "clássico" da Luz haverá um clarão - algo que faltou no último jogo naquele estádio - na zona dos adeptos azuis-e-brancos.

Benfica ameaça impedir adeptos do FC Porto de entrar no estádio


O Benfica ameaça não activar os bilhetes que cedeu ao FC Porto se o emblema da Invicta não saldar até 20 de Abril, dia do clássico no Estádio da Luz referente à segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal, a quantia que alegadamente lhe deve por causa dos estragos provocados pelos adeptos azuis e brancos.

O FC Porto requisitou em tempo útil o número de bilhetes a que tem direito para o encontro com o Benfica: 5 por cento da lotação do anfiteatro, o que corresponde a 3.750 ingressos. O clube lisboeta cumpriu escrupulosamente o prazo e enviou anteontem (a data-limite) a remessa para o Dragão. in Record

Taça a preto e branco


Todos sabem da minha admiração pelo que os adeptos representam para um espectáculo de futebol e ontem em Coimbra, o espectáculo e o futebol uniram-se para um jogo muito bem disputado e digno de duas equipas de grande qualidade.

O jogo de Coimbra entre o Guimarães e a Académica de certeza que fez muitos adeptos relembrarem-se da famosa expressão que se mantém intemporal na linguagem futebolística do nosso país: "A Festa da Taça". Ontem, quem assistiu ao jogo pode ter ficado com um amargo de boca pelo facto do jogo não ter tido golos, mas acredito piamente que ficaram fascinados com o futebol praticado (principalmente pela equipa da Académica que terminou o jogo com 63% de posse de bola, 50 ataques e 22 remates) e pela festa fora das quatro linhas que levou cerca de 20.000 pessoas ao Estádio Cidade de Coimbra.

Quanto ao jogo, a Académica foi muito superior ao Guimarães mas acredito que muito desse domínio tenha sido consentido pela equipa de Manuel Machado, que pareceu sempre muito concentrada e calma, apostando na velocidade e qualidade de Toscano e Targino no contra-ataque. Como já referi anteriormente, a Académica terminou o jogo com 63% de posse de bola, o que espelha o empenho dos "estudantes" em atingirem a final e que ao terminar o jogo ficou bem comprovado no desalento do próprio treinador e de Sougou que estava inconsolável.


Fico com a certeza que se existissem mais demonstrações de carinho por parte dos adeptos dos clubes, preços mais baixos nos bilhetes e horários mais acessíveis para que os adeptos possam comparecer num estádio e apoiar a equipa a horas "decentes" de um domingo, a Liga Portuguesa poderia ser mais competitiva e atractiva para quem gosta de futebol e deixasse de ser um Campeonato apelidado de "Segunda Linha" em termos internacionais, baralhando as apostas desportivas online.

A todos os que fizeram com que percebesse o que realmente é a "Festa da Taça" de que o meu pai e o meu avô sempre me falaram, um MUITO OBRIGADO e já agora Parabéns Vitória! Entretanto, divirta-se a fazer betting online.

Texto de Tomás Diogo para o Negócios do Futebol

Faouzi dá vantagem mínima ao Vitória de Guimarães

Faouzi celebra o golo da vitória

V. Guimarães e Académica protagonizaram um espectáculo místico na 1.ª mão da meia-final da Taça de Portugal. Recheado de público, o D. Afonso Henriques transbordou fé e carisma. Um cenário de festa que, sistematicamente, o caracteriza.

A Académica sentiu a indisfarçável carga de um estádio a ferro e fogo. E os jogadores de Manuel Machado disfarçaram bem algum nervosismo inicial que possa ter existido, entrando melhor na partida. Afinal de contas, o peso da responsabilidade era bastante e seria preciso vencer algumas emoções. Nada como entrar a jogar a grande velocidade. Regra geral, o sinal mais era, claramente, do V. Guimarães. O acumular de oportunidades criadas começava a inquietar os homens de Coimbra. As ocasiões foram-se sucedendo: remate de Rui Miguel a rasar a barra; disparo forte de João Alves para grande defesa de Peiser; jogadas individuais de Bruno Teles pela esquerda, com perigo constante. Numa delas, Toscano só não marcou, porque francês assinou um corte soberbo com os pés perto da linha de baliza. Mas havia um diferencial de precisão para bater o número um da Académica.

O golo parecia então iminente, mas questões de pormenor adiaram-no até à recta final do encontro. À beira do intervalo, o jogo mudou. Mas não muito. Bischoff fora expulso num momento de arrepiar. A Académica ficava-se pela atitude combativa e generosa no capítulo defensivo. A partir dessa altura e com mais uma unidade, cabia ao Vitória provar que era capaz de virar o jogo a seu favor, enquanto a Académica podia limitar-se a controlar os acontecimentos. Mas a margem de manobra para o V. Guimarães gerir os acontecimentos não aumentou substancialmente, até porque João Alves também seria expulso pouco depois por acumulação de amarelos. Com as duas equipas reduzidas a 10 elementos, o futebol produzido decaiu na 2.ª parte.

João Alves faz falta sobre Diogo Valente

Sentia-se que para alguma coisa mudar, a iniciativa teria de continuar a partir do Vitória. A vontade era contagiante e a equipa não tirou os olhos da baliza de Peiser, mas fê-lo de forma atrapalhada e inconsequente. O encontro chegava a um ponto crítico. E a equipa precisava pensar no próximo passo. Numa descrição geral, a metade complementar deixou de ser tão estimulante. Sinal mais e por vezes muito mais do V. Guimarães, com algumas ocasiões de golo. Mas sem perturbar em demasia a narrativa do jogo e um guarda-redes em grande noite.

A Académica ficava-se pelas linhas recuadas, à espera, com certeza, de marcar território nesta 1.ª mão, contando com a velocidade de Sissoko e Diogo Gomes para continuar a criar alguns estragos na frente de ataque. O camisola 85 esteve mesmo perto colocar a Académica em vantagem, num lance em que Nilson voltou a mostrar o seu enorme sentido de baliza.

Com a eliminatória jogada a duas mãos, até ao final, assistiu-se, por isso, a uma partida muito mais calculista e menos espectacular do que a que na primeira metade do jogo. Ate que apareceu Faouzi na cara de Peiser e conseguiu iludir o guarda-redes com um toque subtil, fixando o resultado da partida (1-0).

Com o Jamor no horizonte próximo, os brancos têm agora mais razões para acreditar na final, 23 anos depois. Em Guimarães, sim, acreditou-se, mas sem ampliar distâncias. Tudo em aberto para a 2ª mão em Coimbra. in MaisFutebol

Fucile desmente declarações


Em entrevista a Bola Branca, Jorge Fucile, supostamente autor de declarações nas quais atacava André Villas-Boas e as suas escolhas, veio refutar ter sido ele quem escreveu essas declarações. Além disso, o internacional uruguaio atribuiu estas notícias relacionados consigo mesmo "aos que estão abaixo do FC Porto na classificação" como querendo "deitar abaixo" os dragões.

O defesa lembrou ainda que a eliminatória vai a meio e reconheceu que o Porto não foi feliz no Dragão. Por isso mesmo, para a recepção ao Rio Ave, o lateral direito apelou à união e coesão do grupo de trabalho do FC Porto.


Fucile atira culpas a Villas-Boas pela ausência do clássico


O internacional uruguaio criticou a decisão de André Villas-Boas em deixá-lo de parte do clássico de ontem na sua página pessoal online. Através da rede social Facebook, Fucile comentou a sua exclusão da convocatória, com a titularidade a ser entregue ao central Sereno, adaptado à esquerda.

«Não se preocupem, não faltei ao jogo por lesão, simplesmente o treinador considera que não sou a melhor opção como titular ou como suplente para ganhar ao Benfica, por isso fui excluído do plantel. É simplesmente uma decisão técnica, baseada na experiência e no conhecimento, com o objectivo de conseguir a vitória que é o que todos queremos», pode ler-se na mensagem deixada no Facebook.

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