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Godinho Lopes reestrutura a sua administração


Godinho Lopes anunciou mudanças na estrutura directiva do Sporting. Em entrevista à RTP, o presidente leonino anunciou que José Couceiro não seguirá na direcção de Godinho Lopes, onde se previa que se viesse a tornar o homem forte da Academia de Alcochete. Lopes agradeceu a Couceiro o excelente trabalho que desempenhou à frente do Sporting e falou, inclusive, de uma eventual mudança do ex-treinador sportinguista para a FPF, que seria vista com bons olhos. Para o lugar de Couceiro deverá chegar Luís Duque.

Noutro âmbito, o chefe máximo do Sporting confirmou mais aspectos referentes à equipa principal. Vladimir Stojkovic, um excedentário já antigo dos verde-e-brancos, rescindiu contrato com o clube lisboeta. Ao invés, Tiago, também ele guardião, renovou por mais uma temporada.

A Final será mesmo no Jamor


Laurentino Dias havia remetido qualquer decisão para a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) sobre a manutenção do Estádio Nacional do Jamor como o local de realização da final da Taça de Portugal deste ano, entre duas equipas nortenhas, Guimarães e Porto.

Ora, ao que parece, a FPF não está disposta a mudar o local da final da prova, pelo que é de esperar que o Estádio do Jamor se mantenha como o local escolhido para se disputar a final da Taça de Portugal.

FPF: AG foi suspensa e será retomada a 30 de Abril


A Assembleia-Geral (AG) extraordinária da Federação Portuguesa de Futebol foi este sábado suspensa após três horas e será retomada a 30 de Abril. Ficou para essa data marcada uma outra reunião para voltar a discutir os três artigos chumbados do projecto de estatutos na reunião de 19 de Março.

A interrupção dos trabalhos decorreu da aprovação de um requerimento da AF Leiria, que solicitou a suspensão desta reunião, sugerindo nova AG para 30 de Abril perante a necessidade de os sócios voltarem a discutir o projecto de estatutos e o regulamento eleitoral.

A 19 de Março foram chumbados três artigos dos estatutos, referentes à composição e proporcionalidade da AG e a aplicação do método de Hondt na eleição para os conselhos de Arbitragem, Disciplina, Justiça e Fiscal, depois de o projecto de adaptação dos estatutos ter sido aprovado na generalidade. in ABola

Ex-seleccionador ataca Pepe


Carlos Queiroz respondeu, esta sexta-feira, às palavras proferidas por Pepe, ontem, na sequência das suspeitas levantadas pelo antigo seleccionador nacional de Portugal. O luso-brasileiro pediu a Queiroz para não desestabilizar a Selecção Nacional e, na resposta, o treinador foi, no mínimo, corrosivo.

"O Pepe é o único em Portugal que parece não ter compreendido que eu sou o único a defender o Liedson e os outros jogadores da Selecção. Ele parece uma figurinha menor de uma telenovela brasileira baixa. Ainda ele andava de chupeta na boca, a pensar que Selecção iria representar, já eu oferecia títulos de campeão do Mundo a Portugal", começou por afirmar , esta manhã, à chegada a Lisboa.

O discurso de Queiroz viria a endurecer ainda mais de seguida. "Ele que não se meta na minha vida quando sou pontapeado na minha dignidade, assim como eu não me meto na vida dele quando pontapeia selvaticamente colegas de profissão na cabeça", atirou ainda o ex-seleccionador. A duríssima resposta continuou, ainda, com recurso a alguns termos tipicamente brasileiros: "Está bancando o patriota aqui com o cara, oi, parece que é um bocadinho abusivo. Precisa que lhe falem assim. Você está bancando bobo, ou está bancando puxa-saco?"

Queiroz pede demissão de Luís Horta e Luís Sardinha ao Presidente da República


O ex-seleccionador nacional, Carlos Queiroz, regressou esta sexta-feira a Lisboa e pediu com clareza a demissão de Luís Horta e Luís Sardinha, presidentes da Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP) e Instituto do Desporto (IDP), respectivamente, apelando ao Presidente da Republica para que tome providências.

Queiroz regressou e falou sem reservas depois de o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) ter anulado o castigo de seis meses de suspensão imposto pela Autoridade anti-dopagem por considerar que o treinador não perturbou o controlo anti-doping no estágio que a equipa das quinas realizou na Covilhã, antes da fase final do Mundial-2010. «Apelo ao que julgo ser a última reserva deste pantanal em que caíram algumas coisas do país, ao Presidente da República, para tome providências para que pessoas como Luís Horta e Luís Sardinha tenham de sair imediatamente de aparelhos e das funções do estado com responsabilidade», sublinhou Queiroz ainda no aeroporto.

O ex-seleccionador voltou a dizer que considera que Luís Horta teima em «perseguir» jogadores de futebol, pois durante o estágio, a Selecção «foi controlada duas vezes numa semana», o que «demonstra bem a atitude de suspeita, perseguição e reserva» do presidente da ADoP. «Manter uma pessoa destas, que não tem carácter, seriedade e idoneidade, num cargo de tamanha responsabilidade em Portugal é uma brincadeira para todos os profissionais de futebol», acusou. in ABola

Madaíl falha reeleição e culpa futebol português


O presidente da Federação Portuguesa de Futebol falhou hoje a reeleição para o comité executivo da UEFA, durante o congresso ordinário de Paris.

Madaíl, que integrava a lista de 13 candidatos aos sete lugares disponíveis para o comité executivo da UEFA, era um dos seis membros do actual elenco que avançavam com uma recandidatura. O presidente da FPF recolheu 17 e 10 votos nas duas voltas da eleição, quando necessitava de 27 na primeira ronda ou da maioria simples dos 53 boletins na segunda.

O presidente atribuiu à "má imagem do futebol português", a explicação de ter falhado hoje a reeleição para o Comité Executivo da UEFA.

Foram-se os fantasmas da suspensão, ficaram os estatutos

Gilberto Madail respira de alívio, estatutos foram aprovados (foto ASF)

Os "fantasmas" que pairavam sobre a Federação Portuguesa de Futebol, em virtude das repetidas ameaças de suspensão por parte da FIFA, acabaram hoje com a aprovação dos novos estatutos. O presidente da AF de Braga abdicou do seu voto e, com isso, houve menos 475 votos na contagem final.

Na base do volte-face estão as mudanças de sentido de voto das Associações de Évora, Portalegrem Castelo Branco e Coimbra. Após a aprovação dos estatutos na generalidade, a Assembleia Geral da Federação terminou, passadas 12 horas, com o chumbo a dois pontos da especialidade. O Método de Hondt e composição da Assembleia Geral foram chumbados por «insuficiência de maioria qualificada». As alterações aprovadas hoje serão enviadas para apreciação da Secretaria de Estado do Desporto.

O dilema lusitano


Portugal tem agendado para depois de amanhã um novo encontro entre selecções nacionais. A partida, diga-se, de brincadeira, vem no seguimento de um longo período de paragem da selecção que se seguiu aos tais inesquecíveis quatro a zero diante de "nuestros hermanos". Num jogo que para pouco ou nada servirá (isto, se excluirmos o "incrível" mediatismo dado ao simples facto de de um lado estar Cristiano Ronaldo e do outro Lionel Messi), interessa apenas tentar perceber onde residia (ou reside) o problema nacional.

Senão vejamos, Portugal iniciou a campanha de apuramento para o Euro 2012, no rescaldo de uma breve passagem pelo Mundial, de uma maneira quase insólita: um empate a quatro bolas com o Chipre. Como se não chegasse um resultado assim frente a tal potência do futebol europeu, os comandados de Carlos Queiroz (um, em particular) complicaram ainda mais as contas do apuramento ao perder na Noruega. É neste ponto na história recente da selecção que se terá de questionar até onde é que os resultados negativos surgiram no seguimento da falta de brilhantismo dos nossos jogadores, e a partir de quando tudo teve a ver com o seleccionador. Ainda que pareça descabido culpar um só homem por uma sucessão de eventos, a verdade é que, por mais que se tente, é difícil ilibar Queiroz no meio de tudo isto. E tudo começou no Mundial; Portugal esteve mal na África do Sul, independentemente de como se olhe para os diferentes jogos. É certo que faltou sorte, é certo que houve "roubo", mas todos ficamos com o sentimento de que devíamos (e não apenas que "podíamos") ter ido mais longe. E tudo correu mal a partir daí.



A selecção regressou recambiada da África do Sul mais cedo, mas a notícia do afastamento estava longe de ser a última e pior do Verão. Para mal de Portugal, problemas exteriores ao jogo em si deram começo àquele que seria um período de autêntico desastre para a equipa. Queiroz estava envolto em polémica, alegadamente devido a um tal controlo anti-doping, e quem sofria com isso era a selecção. Se Portugal não estava bem, pior ficou com este período de instabilidade. Faltava liderança entre os jogadores, que pareciam mais frustrados do que propriamente motivados, e logo num momento crucial para o futuro na Europa. Já falei aqui dos maus resultados, e aparentemente é relativamente simples de achar um bode espiatório para tudo isso. Regressando ao tema desta crónica, importa sim realçar um novo período de mudança que surgiu (e que, possivelmente, continua em progressão). A selecção ganhava um novo comando, às mãos de Paulo Bento e, coincidência ou não, apenas esse simples facto bastou para que, nos jogos seguintes, Portugal atingisse resultados que permitem, hoje, continuar a sonhar com uma presença na fase final do Euro 2012. Tudo graças a esse "salvador da pátria".

Não há como retirar mérito a Bento pelo trabalho até agora desenvolvido enquanto seleccionador. Tendo sido a única alteração a ocorrer na comitiva lusa em todo este período (além de, e parafrasiando um certo ex-presidente, algumas "maçãs podres" terem abandonado o barco), o treinador tem, agora, depositada nele a confiança da generalidade dos portugueses que ainda sonham. Contudo, algo de estranho continua a passar-se com a selecção, algo que, mais uma vez, nada tem a ver com o futebol. À semelhança do começo do desastre com Queiroz, um novo problema burocrático está em cima da mesa: os estatutos da FPF. Apesar de não implicar uma pessoa em particular, a verdade é que a situação em redor dos estatutos da FPF já levou inclusivamente a que tanto a FIFA como a UEFA ameaçassem a Federação de que a selecção nacional poderia ficar de fora do europeu, caso os novos estatutos não sejam aprovados. Em primeira instância, o problema seria de resolução relativamente simples. Mas tal não foi, até à presente data, o caso. Os estatutos têm sido sucessivamente chumbados, o que contribui para o aumento da especulação. E logo agora que, pela primeira vez em bastante tempo, a selecção parecia ter acertado o passo ...



O jogo de quarta-feira vai, contudo, ser um bom teste à organização de Portugal naquilo que realmente interessa entre burocracias: o futebol. Será interessante desvendar até que ponto o jogo de promoção ao falhado mundial ibérico foi um golpe de sorte ou mérito, e para isso nada melhor do que enfrentar os mais fortes adversários. Depois de manhã se confirmará se o "abanão" de Bento encaminhou a selecção em direcção à glória, ou se tudo foi fruto do acaso. Ainda assim, a situação exterior ao campo é matéria sensível, que necessita de cuidados imediatos. Exige-se tanto ao presidente como à assembleia que consigam encontrar uma solução para a situação actual, nem que isso passe pela demissão de Madaíl. Há que saber, acima de tudo, colocar os interesses de Portugal em primeiro lugar. E já que se fala da Federação, porque não recomendar que não se siga o exemplo de FIFAs, UEFAs, e Boards internacionais, onde os mesmos dinossauros reinam sem fim aparente à vista.

FIFA não reconhece o novo presidente da Federação sem estatutos


As eleições para a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), agendadas para 5 de Fevereiro, estão condenadas ao fracasso. Mesmo que se realizem - é pouco provável porque o tribunal arbitral deverá anular o acto na próxima semana -, o presidente eleito não será reconhecido pela FIFA.

O organismo que tutela o futebol mundial reafirmou a imperiosa necessidade da FPF aprovar, em Assembleia Geral, os estatutos de acordo com a legislação e com as normas da FIFA. E avisa que se tal não acontecer o acto eleitoral corre o risco de não "ser reconhecido" e a "FPF incorre em sanções" que podem levar à suspensão da selecção e dos clubes de todas as competições internacionais. Além da adequação dos estatutos, a FIFA exige também que as eleições decorram de acordo com as novas normas. Tal significa que se, na AG do dia 29, a proposta estatutária obtiver os 75% de votos a favor, é de todo impossível que as eleições do dia 5 decorram à luz do aprovado. No mínimo serão necessários uns quatro meses para os sócios da FPF se adaptarem à nova realidade.

"Aconselhamos mesmo que primeiro se realize uma assembleia geral para adoptar os estatutos às normas da FIFA (...) e em segundo lugar realizar eleições de acordo com este conjunto de estatutos. (...) Ficam informados que, no caso de a FPF não cumprir com o acima escrito, vamos referir este assunto à Comissão de Associações da FIFA para mais deliberações, em particular o não reconhecimento do processo eleitoral bem como a possibilidade de futuras sanções contra a FPF", lê-se na carta que o organismo máximo do futebol mundial enviou para a federação, ao cuidado do secretário-geral Ângelo Brou.

Aliás, este dirigente federativo, no dia 5 de Dezembro, explicou toda a situação à FIFA. Em 15 pontos deu a conhecer todos os passos, desde a aprovação do regime jurídico, à oposição das associações, até à decisão do presi- dente da AG, Avelino Ribeiro, que não aceitou adiar as eleições. Ângelo Brou disse mesmo à FIFA que Gilberto Madaíl não se recandidatou devido esta situação.

Portugal pode ser excluído das competições internacionais


A FIFA ameaça suspender as selecções e clubes portugueses de todas as competições internacionais em jogos oficiais e particulares, caso a FPF não altere os seus estatutos.

Uma situação que deverá adiar a data das eleições para a presidência da federação, se não for encontrada uma solução entretanto. O acto eleitoral está previsto para 5 de Fevereiro.

Segundo o Diário de Notícias, o organismo internacional já informou a Federação – primeiro por carta e depois pessoalmente tendo disso dado conta ao presidente Gilberto Madail, aquando da escolha dos países organizadores dos Mundiais de 2018 e 2022 – de que não está disposto a aceitar novos dirigentes sem que primeiro sejam alterados os estatutos e pede a maior de celeridade na resolução deste impasse, que se prolonga há quase dois anos.

O presidente da Liga de Clubes, Fernando Gomes, procurou uma resolução solicitando à Mesa da Assembleia-geral da FPF, a 18 de Dezembro, uma assembleia geral extraordinária a 22 de Janeiro - para serem colocados à votação os novos estatutos - mas este pedido acabou por ser recusado.

Caso a FIFA venha a entrar em acção, todas as equipas portuguesas serão impedidas de participar nas provas da UEFA (Liga dos Campeões e Liga Europa) e a Selecção terá de abandonar a fase de apuramento para o Euro-2012.

Nacional e Olhanense impedidos de inscrever jogadores


O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol anunciou esta quinta-feira que o Nacional e o Olhanense não poderão inscrever novos jogadores e renovar os contratos existentes, até regularizarem a sua situação financeira.

O motivo que levou a esta suspensão prende-se com dívidas de pagamento da indemnização de formação desportiva. No caso do Nacional, o credor é o Grupo Desportivo do Estreito, embora o clube também tenha outras situações irregulares na Federação. O Olhanense terá de regularizar a sua situação com o FC Lixa. Para além destes dois clubes da Liga principal, também o Desportivo das Aves, da Liga de Honra, sofreu a mesma sanção, devido a dívidas ao Recreios Desportivos do Algueirão.

FPF gastou "cerca de 200 000 euros" com processo de candidatura


A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) gastou "cerca de 200 000 euros" com o processo de candidatura conjunta com a Espanha à organização do Mundial de futebol de 2018, revelou hoje fonte federativa à Agência Lusa.

A elaboração do livro de candidatura constituiu "a componente mais onerosa", acrescentando-se ainda o investimento em material multimédia, as viagens e estadas, que explicam o valor gasto pela FPF. A mesma fonte observou que “o Estado português não teve qualquer despesa com a candidatura" e que os custos foram mais reduzidos, porque as duas federações "utilizaram recursos humanos próprios". "As viagens dos inspectores são financiadas pela FIFA (Federação Internacional de Futebol), pelo que não houve gastos nessa matéria", precisou.

A FIFA atribuiu na quinta-feira a organização do Campeonato do Mundo de 2018 à Rússia, que derrotou a candidatura ibérica, além da inglesa e da conjunta entre Bélgica e Holanda. Ao Qatar foi atribuída a organização do Mundial de 2022.

Queiroz suspenso 3 meses


Carlos Queiroz, ex-seleccionador português, foi condenado pelo Conselho de Disciplina da FPF a uma pena de três meses de suspensão, para além do pagamento de uma multa de 1250 euros. Em causa estão as declarações proferidas pelo antecessor de Paulo Bento, criticando duramente os órgãos internos e estrutura da Federação Portuguesa de Futebol, entre os quais Amândio de Carvalho - o mais duramente atingido -, declarações essas publicadas no semanário Expresso.

Para o organismo que puniu agora Queiroz, ficaram provadas as "declarações proferidas pelo arguido (Carlos Queiroz) (...) ofenderam a honra e consideração do Vice-Presidente" da Federação. Com o comunicado foi concluído, pelo Conselho de Disciplina, que Carlos Queiroz violou os artigos 61º, 98º e 103º do Regulamento Disciplinar.



Soares Franco pode avançar com candidatura nos próximos dias


Filipe Soares Franco, antigo presidente do Sporting, deve avançar nos próximos dias com uma candidatura à Federação Portuguesa de Futebol. De acordo com o diário Público, Soares Franco vai avançar nos próximos dias para o cargo de Presidente da FPF depois de ter recolhido apoios junto de diversos sectores do futebol, nomeadamente do FC Porto.

O empresário de 57 anos vai tentar convencer Gilberto Madaíl a integrar a sua lista, podendo o actual presidente da FPF vir a ocupar a presidência da Assembleia Geral, mantendo desta forma o seu lugar no Comité Executivo da UEFA.

Fernando Seara, um dos candidatos assumidos à FPF, já sondou Madaíl para lhe propor um lugar na sua lista.

Estados Unidos retiram candidatura ao Mundial-2018


A FIFA anunciou, esta sexta-feira, que os Estados Unidos decidiram também retirar a candidatura à organização do Mundial-2018, centrando-se exclusivamente em poder receber a competição em 2022.

Desta forma, fica a certeza absoluta de que o Campeonato do Mundo de 2018 será realizado em solo europeu, estando na corrida as candidaturas conjuntas Espanha/Portugal, Bélgica/Holanda, Rússia e Inglaterra. Austrália, Coreia do Sul, Estados Unidos, Japão e Qatar concorrem então exclusivamente à organização da prova em 2022. A decisão da FIFA será conhecida a 2 de Dezembro, em Zurique.

Conselho de Justiça renuncia ao cargo dois anos depois


Os membros do Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) renunciaram ao cargo quase dois anos depois de o terem assumido numa situação excepcional.

O elenco, liderado pelo juiz conselheiro jubilado Joaquim Sousa Dinis, assumiu o CJ a 18 de Outubro de 2008, depois de o órgão ter caído, por falta de quórum, na sequência de divergências internas quando decidia recursos do processo do Apito Final. O órgão tinha ficado “ferido” a 29 de Agosto de 2008, com a demissão de quatro conselheiros, depois de o presidente Gonçalves Pereira ter entrado em “guerra” com os restantes membros, que, contra a sua opinião, mantiveram os castigos aplicados pela Liga a Boavista e FC Porto. Numa reunião de 04 de Julho, o CJ analisou os recursos do presidente do FC Porto e do Boavista no âmbito do processo Apito Final, mas a reunião decorreu de forma atribulada e terminou com a suspensão preventiva de Gonçalves Pereira.

Na ausência do presidente e vice-presidente, já a 5 de Julho, o CJ decidiu não dar provimento aos recursos e confirmou a descida de divisão do Boavista, por coação sobre árbitros, e a suspensão de dois anos a Pinto da Costa, por tentativa de corrupção. Estes castigos tinham sido decididos em primeira instância pela Comissão Disciplinar da Liga de clubes. Com um vazio no órgão, o presidente da FPF apelou “à normalidade”, mas teve que esperar por eleições intercalares, em Outubro de 2008, para ver reposta a funcionalidade do CJ. À frente do órgão ficou Sousa Dinis, líder de uma lista única que recebeu 427 votos a favor e 62 brancos. A lista integrava também os juízes conselheiros jubilados Dionísio Alves Correia (vice-presidente), António de Sousa Lamas, António Teixeira do Carmo, José Sarmento Botelho, a procuradora da República jubilada Dulce do Couto Ferreira e a assistente universitária e mestre em Direito Público Alexandra Pessanha.

Madail disse ter “toda a confiança nas capacidades” de Sousa Dinis, enquanto o juiz conselheiro lembrou que este CJ “não era formado dentro do cânones habituais” e, como era uma “situação de excepção”, a “solução teria de ser excepcional”. Entre as decisões mais quentes do CJ estão os casos “Hulk e Sapunaru” e “Carlos Queiroz”, nas quais o órgão decidiu de forma diferente da primeira instância. No recurso dos futebolistas do FC Porto, o CJ revogou a decisão da Comissão Disciplinar da Liga, que suspendera Sapunaru e Hulk por seis e quatro meses, por agressões a “stewards” no túnel do estádio da Luz. O CJ reduziu as penas para quatro e três jogos de suspensão, respectivamente. Em relação a Carlos Queiroz, o CJ decidiu “julgar extinta a responsabilidade disciplinar” do anterior seleccionador nacional, por considerar que o procedimento disciplinar tinha prescrito. A 19 de Agosto, Queiroz tinha sido condenado pelo CD da FPF a um mês de suspensão e uma multa de mil euros, devido a insultos a uma equipa do ADoP que se deslocou à Covilhã para um controlo antidoping aos jogadores da seleção portuguesa de futebol.

Baía 'candidato' à FPF: «Com os actuais estatutos será difícil»


Vítor Baía acredita que só com a alteração dos actuais estatutos da Federação é que poderá haver uma clarificação no futebol português. O ex-internacional português descarta, todavia, uma candidatura à presidência da FPF.

«Com os actuais estatutos e o peso que as associações têm, será difícil. Se pensarmos onde estavam os principais líderes das associações, estavam na Islândia a ver o jogo de Portugal. Isso quer dizer algo importante e tudo indica para uma recandidatura de Gilberto Madail», disse Baía, que há poucos dias se mostrou disponível para "ajudar o futebol português". Na Alfândega do Porto, o antigo guarda-redes afirmou que a alteração dos estatutos é fundamental. «Quem quer ser presidente da Federação, não é só porque lhe apetece. Se dependesse da opinião pública a história seria outra. Mas quem quiser ser presidente tem que saber que vai vencer. Com os actuais estatutos, o futebol continua na ilegalidade e só perante um cenário de mudança neste aspecto é que as coisas poderão ficar mais clarificada», referiu.

Fernando Seara admite candidatura à presidência da FPF se Madaíl não avançar


Presidente da Câmara Municipal de Sintra e conhecido benfiquista falou aos jornalistas no Campo do 1º de Dezembro, onde a equipa local recebeu o Sp. Braga em jogo da Taça de Portugal.

"Se Gilberto Madail não for candidato, haverá um conjunto de circunstâncias que me poderão levar a reflectir mas também é preciso articular com os sócios da Federação a disponibilidade para apoiarem um projecto para o futebol português."

Benfica apoia Seara na sua candidatura à presidência da FPF



O Benfica, pela voz do seu presidente, Luís Filipe Vieira, anunciou que caso Fernando Seara, presidente da Câmara Municipalde Sintra, avance como candidato à Federação Portuguesa de Futebol terá o apoio dos encarnados. Conhecido simpatizante benfiquista, Seara consegue, assim, reunir um importante apoio do "seu" clube de coração.

«O Benfica não indicou ninguém. Aquilo que penso que poderá vir a suceder é Fernando Seara candidatar-se», afirmou Luís Filipe Vieira, presidente do clube, em entrevista à Antena 1.

Estrela da Amadora suspenso duas temporadas



A Federação Portuguesa de Futebol decidiu suspender o Estrela da Amadora para as próximas duas temporadas além de ter aplicado ao clube uma multa de 2500€. Em causa está a desistência do clube amadorense da II Divisão e que, assim, não cumpre o º3 do artigo 46 do Regulamento Disciplinar.

O Estrela da Amadora está em processo de insolvência e, na presente temporada, nem se inscreveu em qualquer competição profissional. Desta forma cai um clube que esteve 16 anos na principal divisão em Portugal.


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