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Kucka reforça meio campo do Génova


O médio internacional eslovaco tornou-se no mais recente reforço da equipa italiana onde actuam Miguel Veloso e Eduardo, trocando assim o campeonato eslovaco, onde militou no Sparta Praga, pela Serie A italiana.

Com 23 anos, Kucka assinou contrato válido com o Génova por três anos e meio.

Marselha inflige humilhação ao modesto Zilina


O modesto Zilina só perdeu nesta edição da Liga dos Campeões, mas nos três primeiros jogos tinha sofrido oito golos e certamente que não esperava sofrer outros sete na recepção ao Marselha, à passagem da quarta jornada do Grupo F.

Dos sete golos da formação francesa destaca-se o «hat-trick» de Gignac (12, 21 e 54) e o bis de Lucho González (52 e 63), médio ex-FC Porto que foi titular. Heinze (24) e Rémy (36) fizeram os dois golos restantes.

Pese embora a goleada, o Marselha continua na terceira posição do grupo, mas apanhou o Spartak Moscovo, que também tem seis pontos. O Chelsea lidera com 12.

Diawara mantém Marselha na corrida


O cabeceamento de Souleymane Diawara na segunda parte aumentou as possibilidades de qualificação para o Olympique de Marseille no Grupo F, com os campeões franceses a vencerem pela margem mínima o MŠK Žilina, garantindo os primeiros pontos na prova.

Com as duas equipas a recuperarem de derrotas frente a Chelsea FC e FC Spartak Moskva, este era um jogo longe de constituir um clássico, mas certo é que foram os comandados de Didier Deschamps a conquistar o resultado necessário para arrancar na luta por um lugar de apuramento. Os antigos campeões da Europa mereceram a vitória depois de terem criado um sem-número de oportunidades, colocando-se finalmente na frente do marcador aos 48 minutos, de cabeça, embora a fraca finalização tenha custado aos marselheses um final de nervosismo, com Steve Mandanda a realizar duas excelentes defesas. O triunfo leva o Marselha a colocar-se a três pontos do Spartak, segundo classificado, antes de novo embate com os eslovacos, desta vez fora, a 3 de Novembro.

Ainda à procura do primeiro golo na competição esta época, o Marselha adoptou uma estratégia de rematar sempre que possível. Em dois tiros de fora da área, Mathieu Valbuena mostrou fraca pontaria, mas André-Pierre Gignac, por duas vezes, obrigou Martin Dúbravka a aplicar-se nos primeiros 20 minutos de jogo, sendo que a segunda defesa foi realmente muito boa, com o guardião a travar um remate cheio de efeito do ponta-de-lança. Havia sido um início profícuo dos anfitriões e por pouco conseguiam a tão desejada recompensa aos 25 minutos, com André Ayew, à meia-volta, a atirar um pouco ao lado depois de uma impressionante jogada individual de Valbuena, encostado ao flanco. O médio-criativo francês mostrava estar endiabrado, guardando tão bem a bola que era praticamente impossível aos eslovacos desarmarem-no. Porém, a equipa gaulesa terminaria a primeira parte de forma frustrante, com Brandão a falhar um golo quase certo após assistência inteligente de Gignac.

De qualquer forma, a pressão do Marselha acabou por dar frutos pouco depois do intervalo quando, ao 12º canto da partida, Diawara se elevou em grande estilo no ar para corresponder de cabeça, com sucesso, ao cruzamento de Lucho. O sentimento de alívio no estádio era perfeitamente perceptível, mas os visitantes reagiram positivamente e estiveram perto de o silenciar por duas vezes. Nestas duas ocasiões, Mandanda foi o salvador, primeiro ao desviar o "chapéu" de Tomáš Majtán com o braço direito, quando o avançado correu para se desmarcar após passe de Momodou Ceesay. Depois, graças a excelentes reflexos, a travar um poderoso remate à meia-volta, de pé esquerdo, de Róbert Jež. Marcar golos tem sido um problema para a equipa de Pavel Hapal e sem dúvida que podem queixar-se de falta de sorte e pontaria, pois Tomáš Oravec, autor do golo de honra frente ao Chelsea, teve uma última oportunidade para empatar em Marselha, mas o avançado, que havia saído do banco, viu o remate disparado a 20 metros da baliza sair ao lado do alvo. Assim, o campeão eslovaco desperdiçou a possibilidade de conquistar o primeiro ponto.

Samba brasileiro com demasiado ritmo para o Zilina

Ария Ари

O Spartak venceu tranquilamente o Zilina da Eslováquia com a armada brasileira dos moscovitas em especial destaque. Os russos venceram os eslovacos, que de novo provaram não estar à altura de uma prova como a Liga dos Campeões, por 3-0 com dois golos de Ari e um do nosso bem conhecio Ibson.

O Spartak de Moscovo entrou muito forte, com Kombarov, Sheshukov e principalmente McGeady a controlar por completo o jogo e a anular qualquer investida do Zilina. Aliás nem nas melhores perspectivas russas se esperaria tão pouco dos adversários. McGeady fazia em fanicos a defesa dos estreantes com pormenores de elevada classificação. Alex, entretanto, já enviara uma bola ao ferro num remate vistoso. O Spartak não encantando totalmente, praticava um jogo vistoso e apenas não fizera funcionar o marcador porque Dubravka estava em grande noite. Contudo, o guardião do Zilina apenas estava a adiar o inevitável. Aos 34 minutos, canto na direita do ataque caseiro e Ari faz, de cabeça, um chapéu a Dubravka. O resultado chegava ao descanso com uma vitória que, apesar de justa, era escassa para o que o Spartak produzia.

O segundo tempo apenas trouxe a confirmação da primeira parte: um Spartak muito tranquilo e ciente de que apenas um descalabro traria um dissabor. Nunca fiando, os da casa chegaram ao segundo golo. De novo Ari a bisar no encontro para gáudio dos adeptos russos presentes no Luzhniki. Já no final do encontro, Ibson concluiu uma jogada por si iniciada com um remate fácil dentro da grande área.

Chelsea faz turismo na Eslováquia

Anelka conduz Chelsea ao sucesso


O Chelsea FC (com Paulo Ferreira a não sair do banco de suplentes) voltou em estilo aos grandes palcos europeus, conseguindo um confortável triunfo por 4-1 na visita ao terreno do MŠK Žilina, em jogo do Grupo F da UEFA Champions League.

A equipa eslovaca, a fazer a estreia na fase de grupos da competição, teve um baptismo de fogo frente ao campeão inglês, que garantiu o triunfo com golos de Michael Essien, Daniel Sturridge e um bis de Nicolas Anelka. Já o Žilina protagonizou uma exibição cheia de espírito, mas não conseguiu melhor do que um golo de consolação por intermédio de Tomáš Oravec.

O Žilina não se mostrou atemorizado pelo nome do opositor no início do encontro e não se limitou a defender, partindo em busca do primeiro golo. No entanto, seriam os "blues" a aproveitar o espaço resultante dessa atitude e, aos 13 minutos, Anelka surgiu solto na esquerda e cruzou para a entrada de Essien, que rematou de forma imparável para o fundo das redes de Martin Dúbravka.

A equipa da casa manteve-se fiel ao seu estilo de jogo atacante e Róbert Jež quase conseguia bater Petr Čech na transformação de um livre directo. No entanto, a equipa de Pavel Hapal voltaria a ser castigada por dar demasiado espaço a Anelka na esquerda, com o francês a assinar o 2-0 depois de ser isolado por Florent Malouda.

O jogo ficou praticamente decidido em cima da meia-hora, após um canto de Malouda concluído por John Terry com um cabeceamento à barra. Anelka aproveitou o ressalto e fez o segundo tento da sua conta pessoal. Daniel Sturridge ainda poderia ter ampliado para 4-0 perto do intervalo, após um passe de Yuri Zhirkov, mas o remate do jovem avançado foi bloqueado pelas pernas de Mário Pečalka.

No entanto, o antigo avançado do Manchester City FC só precisaria de três minutos da segunda parte para se estrear a marcar na UEFA Champions League, aproveitando um passe de Yossi Benayoun antes de rodear o guarda-redes adversário e atirar para a baliza deserta.

Apesar da enorme desvantagem no marcador, o Žilina partiu para a sua melhor fase do encontro, com Admir Vladavić a estar por duas vezes perto de marcar com remates de longe. A festa dos adeptos da casa surgiria quando Čech não conseguiu desviar um cruzamento de Jež. Branislav Ivanović cabeceou para a própria baliza, mas antes que a bola entrasse Oravec deu o toque final para o 1-4.

O Žilina não se mostrou saisfeito e, durante um quarto-de-hora, causou problemas ao Chelsea, com Ľubomír Guldan falhou por pouco o segundo golo. Mas, à medida que o final se aproximava, o Chelsea voltou a controlar os acontecimentos com relativa facilidade e já lidera as contas do Grupo F.




Holanda pragmática nos quartos

Comemoração gol Robben Holanda, na Eslováquia

A Holanda assinalou a passagem aos quartos-de-final com uma vitória por 2-1 perante a sensação - menos para Van Marwijk - Eslováquia. O seleccionador holandês lançou Robben no onze titular e não se arrependeu em nada. O jogador do Bayern mostrou que está recuperado e na melhor forma ao realizar uma grande exibição e marcar um golo. Wesley Sneijder, que também se exibiu em grande nível, marcou o segundo dos holandeses. Vittek viria a reduzir, de grande penalidade, para 2-1 e igualou Higuaín no topo dos melhores marcadores.

A Eslováquia começou bem o jogo, com o autocarro...apontado à baliza de Stekelenburg. Os primeiros minutos tiveram oportunidades de um lado e de outro, algo que certamente a "Laranja" não esperava. Weiss, o filho do seleccionador, desenvencilha-se de dois adversários e oferece o golo a Jendrisek que atirou por cima. Na resposta, Robben endossa a bola para Sneijder, mas o pequeno genial atirou também desviado. Dez minutos durou este clima de parada e resposta. A Holanda iria subir de rendimento graças à superioridade técnica que evidenciam Sneijder, Robben ou Van Persie. O médio do Inter recebeu do avançado do Arsenal mas bateu fraco. Redimir-se-ia no lance seguinte com um passe assombroso para Robben - uma trivela de quarenta metros. O extremo do Bayern veio da direita para o meio, conforme é seu carimbo, e rematou com o pé esquerdo, indefensável para Mucha. Um grande exemplo do quão simplista é esta "Laranja". Se no passado gostava de ser uma laranja de qualidade encantadora, deliciosa, agora não hesita em servir-se de forma amarga. Foi assim que conseguiu a vantagem, sem meias contemplações.

Gol Sneijder Holanda contra Eslováquia

Na segunda parte Robben viria com mais vontade (ainda) de pôr em retalhos a defesa eslovaca. Quatro minutos de jogo e o camisola 11 da Holanda volta a vir da direita para o meio antes de desferir um remate que o poste da baliza de Mucha sentiu passar-lhe de raspão. No minuto seguinte, Robben de novo centraria para Van Persie, mas o 9 cabecearia para defesa de Mucha. Os holandeses, confiantes de que mais cedo ou mais tarde o golo iria aparecer, deixaram a Eslováquia crescer e os outsiders queriam mostrar que o jogo estava longe de estar entregue. Miroslav Stoch rematou para defesa de Stekelenburg para canto. Na marcação deste, Vittek recebia livre, mas a sua bola iria morrer nas mãos do guarda-redes do Ajax. Mais tarde, aquele que é um dos melhores marcadores do Mundial, teria de novo uma boa oportunidade. Bert van Marwijk tentou inverter essa tendência com as substituições mas não conseguiria, não imediatamente. A Eslováquia continuou a tentar, em vão.

Mas, quem não marca sofre. Foi isso que a Holanda fez, castigar a Eslováquia pela ineficácia. Sneijder fez um golo mais do que merecido para o 10. No último lance do encontro, a Eslováquia seria premiada pela boa réplica dada e, de forma mais abrangente, pelo bom Mundial feito. Vittek sofreria uma falta de Stekelenburg, no entender do árbitro, dentro da grande área. Na marcação do penalty, o mesmo Vittek não perdoou, mas era já tarde para sonhos maiores. A Holanda espera, agora, no sofá, pelo Chile ou pelo Brasil.


Eslováquia empurra Itália para fora da carruagem, Paraguai apurado


A Eslováquia manteve a regularidade demonstrada nos outros jogos e está nos oitavos-de-final do Mundial, depois de ter vencido a Itália por 3-2. Os transalpinos, cansados e dependentes de rasgos individuais, ficam, assim, muitos furos abaixo do esperado, não conseguindo dar luta à manutenção de um título que ainda é seu.

Os italianos estiveram, especialmente, na primeira parte, vulneráveis às acções dos eslovacos e quem mais se aproveitou foi Vittek que bisou no encontro, tornando-se o melhor marcador da história daquele país. O avançado não fez golos vistosos, mas foi muito oportuno e eficaz. A verdade é que se tanto tacticamente como tecnicamente a Itália pode superiorizar-se a esta Eslováquia, o colectivo da Squadra Azurra deixa muito a desejar, por oposição aos comandados de Weiss que aí têm uma das suas maiores armas. De Rossi, que tinha sido dos melhores elementos italianos nos últimos dois jogos, esteve desconcentrado. Prova disso é mesmo o passe falhado para Montolivo e que a Eslováquia aproveitou de pronto para, por Vittek, se colocar em vantagem e em posição privilegiada para avançar na prova. Da Itália nada se via e a baliza de Mucha era quase uma miragem. Ao invés, Stoch e Strba avaliavam os reflexos de Federico Marchetti e Kucka, ao cair do pano do primeiro acto, ainda remataria com muito perigo às malhas laterais. Ainda antes do final da primeira parte, Gattuso abriria o joelho a Strba num lance arrepiante.


Gattuso iria dar o seu lugar na equipa a Quagliarella e o jogador do Nápoles cambiaria o jogo para o lado dos transalpinos. Também Pirlo entraria em campo, para substituir Montolivo. A disposição táctica dos italianos alterava-se um pouco e logo a equipa sentia-se melhor. Mas seria de novo o carrasco da Itália, Vittek, quem aumentaria a vantagem aos 74'. Quando já todos pensavam que nada se poderia passar, eis que, aos 81', Di Natale faz a recarga de um remate defendido de forma incompleta por Mucha e reduz. Os adeptos que tinham ido ver a Azurra ao Ellis Park animavam-se, acreditando quase num milagre. Mas Kopunek encarregar-se-ia de retirar todas as esperanças aos italianos. No final do jogo, Quagliarella iria ainda reduzir para 3-2.


Paraguai apura-se em primeiro na estreia de Cardozo

No outro jogo do grupo, Nova Zelândia e Paraguai entraram em campo com a ambição de passar às eliminatórias do Mundial. A sorte, contudo, acabou por sorrir unicamente aos sul-americanos que, com o empate a zero golos acabam por passar em primeiro lugar. Os neozelandeses vão para casa sem ter perdido um único jogo, deixando uma boa imagem.

O principal destaque do encontro - para nós portugueses - acabou por ser a estreia do avançado do Benfica, Óscar Cardozo. O "Tacuara" não conseguiu mostrar serviço e poderá regressar ao banco nos oitavos-de-final. Quanto ao jogo, a escassez de golos em tudo é indicadora da falta de qualidade do jogo. A Nova Zelândia não conseguiu criar perigo, apesar de precisar da vitória e o Paraguai jogava com o relógio, tendo o apuramento no bolso. Os paraguaios esperam agora pelos jogos do Grupo E para saber com quem irão medir forças na próxima fase da competição.

Paraguai mais perto dos oitavos

Negócios do Futebol

A Eslováquia tem uma árdua tarefa pela frente para garantir o apuramento no Grupo F do Campeonato do Mundo, depois de ter perdido por 2-0 frente ao Paraguai, em Bloemfontein.

A estreante em Mundiais abordou a partida disposta a melhorar o empate (1-1) registado na primeira jornada, ante a Nova Zelândia, mas não teve argumentos para impedir a derrota diante de uma inspirada selecção paraguaia que se isolou no topo do grupo, com quatro pontos. Após Enrique Vera ter inaugurado o marcador aos 27 minutos, coube a Cristian Riveros acabar com todas as dúvidas a quatro minutos dos 90. O Paraguai já tinha protagonizado várias incursões ameaçadoras no meio-campo eslovaco antes de ganhar vantagem no encontro. E o 1-0 surgiu através de um movimento de grande qualidade dos sul-americanos, com Lucas Barrios a surgir em progressão à entrada da área contrária, antes de servir Vera, que bateu o guarda-redes Ján Mucha com um remate com a parte exterior do seu pé direito.

A Eslováquia tinha mostrado muito pouco em termos atacantes até esse momento e, apesar de ter tentado correr atrás do prejuízo, foi sempre o tridente ofensivo do Paraguai que esteve mais próximo de produzir novo golo. Após um equilibrado arranque de segunda parte, Vera esteve prestes a bisar aos 71 minutos, quando cabeceou para fora um cruzamento de Roque Santa Cruz. A ambição paraguaia foi diminuindo à medida que o cronómetro ia avançando, mas o conjunto do avançado do Benfica, Óscar Cardozo (entrou aos 82 minutos), logrou chegar ao 2-0 no minuto 86, altura em que Paulo da Silva assistiu Riveros para um excelente disparo já dentro da área eslovaca, sem hipóteses para Mucha. A Eslováquia terá necessariamente de bater a Itália na última jornada para ainda aspirar ao apuramento.

Golo de Reid no último minuto impede vitória Eslovaca

Reid estraga festa eslovaca

A Eslováquia estreou-se com um empate no Campeonato do Mundo de 2010, ao sofrer um golo da da Nova Zelândia no último minuto dos descontos do jogo que encerrou a primeira jornada do Grupo F. Com este resultado, as duas selecções igualaram a Itália e o Paraguai, que na véspera registaram o mesmo resultado.

Em Rustenberg, enfrentavam-se uma selecção estreante na prova (Eslováquia) e outra que, apesar de estar na sua segunda presença, nunca alcançou qualquer ponto na fase final (Nova Zelândia). Contra todas as expectativas, os neozelandeses entraram melhor no encontro e, por duas vezes nos primeiros cinco minutos, o dianteiro Chris Killen levou o perigo à baliza contrária. Primeiro, rematou de fora da área por cima e depois cabeceou para a defesa de Ján Mucha. Na resposta, Vladimir Weiss, em jogada individual, rematou à figura de Mark Paston. Esse lance marcou o início do domínio praticamente absoluto dos europeus no encontro, apesar de, aos 37 minutos, o neozelandês Shane Smelz ter enviado a bola às malhas laterais da baliza de Mucha. Dois minutos antes, Róbert Vittek deu o aviso para o que viria a acontecer após o intervalo, ao rematar de pé esquerdo, mas ao lado. Antes ainda, já a estrela da equipa, Marek Hamsik, rematara perto do poste direito após uma combinação com Weiss.

O golo dos eslovacos surgiu pouco depois do intervalo. Aos 49 minutos, o ponta-de-lança Robert Sestak cruzou do lado direito para o centro da área, onde surgiu Vittek a cabecear a bola, colocando-a junto ao canto inferior esquerdo, sem hipótese de defesa para Paston. Vittek dispôs de outra boa ocasião para marcar cerca de 20 minutos volvidos, mas o remate foi interceptado por Winston Reid. Este jogador viria a ser o herói dos neozelandeses, pois empatou aos 93 minutos através de um golpe de cabeça no qual fez a bola embater no poste antes de entrar, na sequência de um cruzamento de Smelz que, minutos antes, cabeceara ligeiramente ao lado.

Estrelas do Mundial: Marek Hamsik (Eslováquia)


O Negócios do Futebol inaugura a sua nova rubrica, que durará todo o presente mês de Junho e princípio de Julho, até ao final do Campeonato do Mundo, e que pretende mostrar aos leitores as maiores estrelas dos 32 países que marcam presença neste torneio.

O primeiro contemplado é o médio do Nápoles, Marek Hamsik. O jovem médio ofensivo de 22 anos é, indubitavelmente, a maior figura do país situado na Europa Central. A sua versatilidade, bem patente enquanto médio box-to-box, aliada a uma resistência excepcional e grande capacidade de cobrir espaços, tornaram-no uma peça fundamental para Weiss e para a sua selecção, que conseguiu vencer o Grupo 3 na fase de qualificação.


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É usualmente utilizado como o médio mais ofensivo, embora também possa jogar descaído na esquerda. Possui grande capacidade de finalização e gere muito bem o timing dos passes e cobertura de espaços, o que torna este médio completo um dos mais promissores playmakers do momento e um dos jogadores a seguir durante esta competição.

A Eslováquia encontra-se no Grupo F, juntamente com a actual campeã do mundo em título, a Itália, Paraguai e Nova Zelândia.



Nápoles nega saída de Hamsik para o Chelsea


O Nápoles, clube onde milita o médio Marek Hamsik, negou os rumores recentes de uma eventual saída do jogador para Inglaterra, nomeadamente para o Chelsea de Deco e Ricardo Carvalho. A imprensa inglesa tem apontado o internacional eslovaco como reforço dos blues, na reabertura do mercado de Inverno em Janeiro, por valores a rondar os cerca de 27 milhões de euros.

«Não recebemos qualquer tipo de proposta oficial. Por isso, o Hamsik vai continuar connosco», disse o director desportivo Riccardo Bigon, em declarações à Sky Itália.

Matigol na vitória do Chile


O Chile levou de vencida a Eslováquia por 2-1, num encontro entre selecções que marcarão presença no próximo Mundial da África do Sul. Em partida disputada em Zilina, aquilo que se pode fazer é elogiar a selecção sul-americana. A equipa de Marcelo Bielsa já só é surpresa para quem não a conhece e, segundo esse raciocínio, poderá então surpreender muita gente.



Logo aos 9 minutos, o Chile adiantou-se no marcador com um golo do central Gonzalo Jara e aos 15, Valdivia, que se encontrava em dúvida, lesionou-se e teve mesmo de sair para dar o seu lugar ao sportinguista Matías Fernandez. No entanto, e apesar do melhor momento chileno, a selecção da casa viria a empatar por intermédio de Sestak.

Aos 56 minutos, os visitantes viriam a recolocar-se em vantagem, fazendo o resultado final e dando justiça ao marcador, com um golo de Esteban Paredes.

Médio do Nacional complica contas do Grupo 3


Tudo em aberto para o primeiro lugar do Grupo 3 entre Eslováquia e Eslovénia, que este sábado se defrontaram em Bratislava, com vitória para os visitantes. O Mundial 2010 continua a estar ao alcance dos eslovenos que bateram os líderes eslovacos, por 2-0, com o segundo golo a ser apontado por Pecnik, médio do Nacional.

A Eslováquia só necessitava de um empate para fazer a festa do apuramento, mas um golo de Valter Birsa, aos 56 minutos, fez os da casa arrumarem os foguetes, pelo menos até quarta-feira. Com este triunfo, a Eslovénia soma 17 pontos, menos dois que os eslovacos que na quarta-feira jogam na Polónia, enquanto a Eslovénia defronta San Marino.

Os eslovenos terão também de preocupar-se com o que se vai passar em Praga, na quarta-feira, entre checos e norte-irlandeses. A vitória da República Checa sobre a Polónia (2-0), com golos de Necid e Plasil, mantém apenas em dois os pontos de diferença entre as duas equipas. Ou seja, a Rep. Checa ainda pode ultrapassar a Eslovénia e, desse modo, ir ao «Play-off» de acesso ao Mundial, tal como a Irlanda do Norte, que tem 14 pontos, embora uma diferença de golos menor que os eslovenos.

Grupo 3


JVEDGMGSP
1EslováquiaEslováquia9612211019
2EslovéniaEslovénia952215417
3Rep. ChecaRep. Checa943217615
4Irlanda do NorteIrlanda do Norte942313914
5PolóniaPolónia9324191311
6São MarinoSão Marino90091440

Amigáveis de Selecções


As selecções da Holanda e Inglaterra empataram (2-2) em jogo particular disputado na Arena de Amesterdão. A campeã europeia Espanha (3-2) venceu na Macedónia, ao passo que a Itália empatou (0-0) na Suíça.

A Espanha teve tarefa difícil na deslocação a Skopje, capital da Macedónia, tendo chegado ao intervalo a perder por 2-0, com golos de Pandev aos 8 e aos 33 minutos. Porém a equipa orientada por Vicente del Bosque virou o resultado no segundo tempo com três golos em apenas cinco minutos. Torres (51), Piqué (54), Riera (56) evitaram a humilhação da campeã europeia diante a congénere da Macedónia.

Em Amesterdão, a Holanda também chegou ao intervalo a vencer por 2-0 – golos de Kuyt (10) e Van der Vaart (37) – mas consentiu o empate no segundo tempo, com Defoe (49 e 77) a ‘bisar’ pela Inglaterra.

A Itália não foi além do empate a zero com a Suíça.

Resultados dos jogos particulares disputados esta quarta-feira:
Rep. Coreia - Paraguai, 1-0
Moçambique – Suazilândia, 1-0
Singapore – China, 1-1
Arménia - Moldávia, 1-4
Rússia – Argentina, 2-3
Rep. Checa – Bélgica, 3-1
Oman - Arábia Saudita, 2-1
Albânia - Chipre, 6-1
África do Sul - Sérvia, 1-3
Estónia - Brasil, 0-1
Bulgária - Letónia, 1-0
Congo - Senegal, 1-2
Hungria - Roménia, 0-1
Luxemburgo – Lituânia, 0-1
Malta - Geórgia, 2 - 0
Suécia – Finlândia, 1-0
Ucrânia – Turquia, 0-3
Tunísia – Costa do Marfim, 0-0
Dinamarca – Chile, 1-2
Áustria - Camarões, 0-2
Irlanda – Austrália, 0-3
Liechtenstein – Portugal, 0-3
Montenegro – País de Gales, 2-1
Polónia – Grécia, 2-0
Bósnia Herzegovina – Irão, 2-3
Holanda – Inglaterra, 2-2
Irlanda do Norte – Israel, 1-1
Suíça - Itália, 0-0
Islândia – Eslováquia, 1-1
Argélia - Uruguai, 1-0
Macedónia – Espanha, 2-3

Kalinic assina pelo Hajduk

O Hajduk Split, da primeira divisão croata, anunciou esta segunda-feira a contratação de Ivica Kalinic para o cargo de treinador.

Kalinic abandona o comando do Sibenik, do mesmo campeonato, para assumir os destinos do Hajduk Split, que viu Ante Mise sair na sequência de início de época aquém das expectativas, com um empate e uma derrota nas duas primeiras jornadas.

O Hajduk Split disputa com o Zilina, da Eslováquia, a terceira pré-eliminatória de acesso à Liga Europa. As duas equipas empataram a um golo no jogo da primeira mão, disputado em solo eslovaco.
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