«A Comissão Executiva do Clube Atlético de Madrid, reunida esta quinta-feira para analisar a situação desportiva, decidiu por unanimidade destituir Gregório Manzano como treinador da equipa principal. Esta decisão foi comunicada ao técnico, com quem se chegou a um acordo para a rescisão do contrato», pode ler-se no comunicado.
«A Comissão Executiva do Clube Atlético de Madrid, reunida esta quinta-feira para analisar a situação desportiva, decidiu por unanimidade destituir Gregório Manzano como treinador da equipa principal. Esta decisão foi comunicada ao técnico, com quem se chegou a um acordo para a rescisão do contrato», pode ler-se no comunicado.
Esta noite no El Sardinero, os adeptos "merengues" terão demorado algum tempo a entender que era realmente a equipa que tantas vezes apoiavam aquela que estava a actuar em campo contra o Racing de Santander. E não, não foi pelas inúmeras poupanças que José Mourinho realizou e que lançaram estreantes desta edição da Liga Espanhola. É que se não havia Khedira, Di María, Sérgio Ramo, Pepe ou mesmo Coentrão, havia Ozil, Ronaldo, Benzema ou ainda Callejón que tinha realizado uma pré-temporada muito prometedora.
A verdade é que as "vedetas" não estiveram nem de perto nem de longe ao nível dos euros que ganham e até foi "San" Iker Casillas a salvar a honra do convento em alguns momentos do jogo. É que a falta de ritmo e entrosamento é notória em jogadores como Varane, Callejón e principalmente Lass Diarra.
É nem as mudanças que Mourinho efectuou a meio do encontro surtiram efeito. "Mou" colocou a carne como Di María, Kaká e Higuaín no assador, mas as brasas não estavam quentes, nem pouco mais ou menos, e como tal apenas e só o nulo poderia ser o resultado que se aceitaria. O Real vai já no segundo jogo sem conhecer o sabor da vitória e pode ver o rival Barcelona afastar-se na liderança.
Foi um domingo de gala do Real Madrid. A formação de José Mourinho entrou de forma completamente arrasadora na liga espanhola e venceu por 6-0 em Saragoça. Ronaldo foi a figura da partida e marcou três golos, ele que começou o campeonato a todo o gás e sempre com vontade de fazer melhor.
Roberto, na baliza do Saragoça, começou por isso a temporada a encaixar meia-dúzia de golos, mas a verdade é que foi também o melhor jogador da sua equipa. Numa série de ocasiões, o antigo guarda-redes do Benfica evitou mais uma mão-cheia de golos do Real Madrid. O que já diz tudo sobre o que foi o jogo.
A equipa de Mourinho fez 36 remates, dos quais 18 acertaram na baliza. Lapidar! Já o Saragoça, que também teve Fernando Meira no meio-campo, mas num nível demasiado discreto, fez só oito remates e apenas dois deles à baliza. O Real Madrid já lidera a liga, por isso, e coloca pressão em cima do Barça.
A armada portuguesa jogou toda de início, com Fábio Coentrão no meio-campo. O maior destaque da primeira parte, porém, foi Ozil. O alemão participou em tudo o que o Real Madrid fez de melhor, como por exemplo a assistência entre Da Silva e Fernando Meira para o primeiro golo de Ronaldo.
Depois do primeiro golo, aos 23 minutos, demorou mais cinco o segundo: Sergio Ramos cruzou, Ronaldo falhou o pontapé acrobático e Marcelo marcou mesmo. O Saragoça não saía da defesa e não rematava. A primeira vez que atirou à baliza, aliás, foi aos 38 minutos. O Real tinha um domínio esmagador.
Na segunda parte, então sim, chegou a goleada. Xabi Alonso fez o terceiro, num remate de longe, e Ronaldo fez o quarto, após uma longa correria de dezenas de metros, que lhe permitiu ir de uma área à outra, servir Di Maria e finalizar o cruzamento do argentino à boca da baliza para o segundo golo da conta pessoal.
Pelo meio, é verdade, Di Maria teve um falhanço escandaloso! Roberto não defendeu por completo uma bola e o argentino na recarga atirou ao lado. Nada de muito grave, neste jogo. Depois surgiu Kaká, lançado por Mourinho aos 77 minutos para completar a goleada: fez o quinto e esteve na origem do sexto.
O Real Madrid entrou por isso no campeonato cheio de pujança, afirmando que está uma equipa mais madura e mandona. Continua a falhar muitos golos, é verdade, mas tem um caudal ofensivo que lhe dá margem para isso. Roberto ainda foi consolado por Coentrão, mas não foi de facto um regresso feliz.
Cristiano Ronaldo bisou na goleada de 8-1 imposta pelo Real Madrid ao Almería, último classificado, e bateu o recorde de golos marcados numa época da Liga espanhola, anteriormente detido por Telmo Zarra (Athletic Club, 1950/51) e Hugo Sánchez (Real Madrid, 1989/90).
Com Pepe igualmente a titular e Ricardo Carvalho a não sair do banco de suplentes no Real, Ronaldo assinou o primeiro e sétimo tentos da sua equipa e elevou o seu pecúlio para 40 remates certeiros apontados em 34 jogos na prova que terminou este sábado com os “merengues” no topo dos golos marcados: 102. Karim Benzema também marcou por duas vezes, enquanto Emmanuel Adebayor encerrou o período de empréstimo no clube de Madrid com um “hat-trick”. Joselu fixou o resultado para o vencedor da Taça de Espanha, que acabou o campeonato a quatro pontos do campeão FC Barcelona.
Mesmo sem as principais figuras, o Barça Barcelona concluiu a Liga espanhola com uma vitória de 3-1 no terreno do Málaga. Num encontro em que os portugueses Duda (saiu dos 70 minutos) e Eliseu foram titulares e Hélder Rosário não saiu do banco, a formação de Josep Guardiola teve de batalhar para conseguir sair vitoriosa, pois Sebastián pôs os anfitriões na frente do marcador pouco depois da meia-hora de jogo. Bojan Krkić empatou para o Barcelona de penalty ainda antes do intervalo, tendo o remate de Ibrahim Afellay e o tento de cabeça de Marc Bartra completado a reviravolta na segunda parte.
Sevilla e Athletic europeus
A corrida pelos lugares de acesso à UEFA Europa League esteve ao rubro, pois Sevilla, Athletic Club e Club Atlético de Madrid terminaram a época com 58 pontos após as vitórias obtidas na derradeira jornada, mas a vantagem do Sevilha no confronto directo fê-lo ficar no quinto posto, à frente do Althetic em sexto e do Atlético em sétimo. Num jogo com José Carlos Nunes e Tiago titulares no Maiorca e no Atlético, respectivamente, a equipa das Baleares viu Sergio Agüero marcar três vezes (12, 59, 81) no 4-3 favorável aos “colchoneros” nas Baleares.
Desilusão na Corunha
No extremo oposto da tabela, o drama instalou-se na Corunha, onde a derrota do Deportivo da Coruña por 2-0 frente ao Valencia (sem qualquer português) condenou o conjunto de Zé Castro à descida de divisão. O empate 1-1 entre Real Sociedad de Fútbol e Getafe revelou-se suficiente para ambos manterem o estatuto de primodivisionários, ao passo que o triunfo do Real Zaragoza no terreno do Levante, por 2-1, significou a subida da 18ª e antepenúltima posição à 13ª, ultrapassando o adversário deste sábado. O Osasuna derrotou o Villarreal, quarto classificado, e terminou na primeira metade.
Depois de ter crescido a esperança de que um deslize do Real Madrid desse a possibilidade ao Barcelona de festeja o título mesmo antes de quando se previra teoricamente, os catalães acabaram por fazer hoje a festa, em Valência, com um empate contra o Levante. Os "culés" acabaram por não se exibir de forma estonteante, mas fizeram o suficiente para conquistar um título justíssimo, premiando a época fantástica da equipa de Guardiola a que pode ser acrescentada ainda a Liga dos Campeões. Keita adiantou os blaugrana, mas Caicedo havia de empatar ainda no primeiro tempo.
O Barcelona entrou em campo com a cabeça no título. Mas havia ainda 92 longos minutos pela frente e o Levante não estava disposto a ser o bobo da festa. Ou se o fosse, que não fosse por poder ser acusado de facilitar. Talvez por isso, e por estar a jogar em casa, a equipa valenciana não renunciou totalmente ao empate, sem, contudo, descurar a defesa, algo que todas as equipas têm de fazer quando jogam contra um colectivo sobrenatural como é o do Barcelona. Com um onze que misturava elementos mais utilizados com os suplentes mais recorrentes, o Barça haveria de se adiantar no encontro, apesar do domínio menos denunciado que os campeões exerciam. Justo ainda assim o golo, tão justo como a conquista do tricampeonato. Mas o Levante não baixou os braços e foi em busca do empate. De resto, os da casa tiveram algumas oportunidades e haveriam mesmo de empatar por intermédio de Felipe Caicedo, que só parece ter feito jus ao apelido que tem no Sporting.
No segundo tempo, o Barcelona foi controlando os ritmos do jogo e cavalgou, como fez jogo após jogo após jogo, para a conquista do campeonato. No final, naquela que terá sido certamente uma das mais acesas disputas entre Real e Barça nos últimos anos - muitas vezes mais fora do campo do que dentro -, vence aquela que foi mais regular, que deu mais espectáculo e que, por isso mesmo, mais convenceu. Venceu o Barcelona!
A derrota do Real daria ao FC Barcelona a possibilidade reconquistar o título já este domingo, ante o Espanyol, mas tal nunca esteve perto de acontecer, pois a equipa de José Mourinho chegou ao intervalo a vencer por 3-0. Golos de Sergio Ramos, Cristiano Ronaldo (após assistência de Pepe) e Kaká fizeram o resultado até ao descanso, antes de Ronaldo destruir por completo a defesa sevilhista com mais três na etapa complementar. O português leva já 46 golos em todas as provas esta época pelos "merengues".
Este sábado foram apontados 30 golos na Liga espanhola, três dos quais no Vicente Calderón, onde José Rondón (29'), Júlio Baptista (35') e Enzo Maresca (84') deram ao Málaga (com Duda, Eliseu a titulares e Hélder Rosário no banco) um triunfo por 3-0. A equipa de Manuel Pellegrini subiu para o 12º lugar.
O Valencia reforçou o seu terceiro posto, ao bater a Real Sociedad de Fútbol por 3-0. Roberto Soldado bisou. Por seu turno, o aflito Getafe ganhou 2-0 ao já despromovido Almería. O Deportivo La Coruña cairá para os três últimos de este domingo o Osasuna ganhar na visita ao Real Zaragoza. Adrián colocou o Depor duas vezes na frente, mas o Real Sporting de Gijón empatou através de duas grandes penalidades, a última em tempo de compensação. Noutras paragens, o Hércules está um lugar acima do Almería, após perder 3-2 em casa com o Real Racing Club, enquanto o Athletic Club subiu para quinto, após ganhar, pelo mesmo resultado, ao Levante. in UEFA.com
O Barça adiantou-se no marcador aos 29 minutos, por intermédio de Thiago Alcântara, num encontro em que parecia certo que os catalães iriam somar os três pontos. Ainda assim, Ifran restabeleceu a igualdade aos 71 minutos e Xabier Prieto, de grande penalidade, selou o triunfo para a real Sociedad a oito minutos dos 90.
O Real Madrid, por seu turno, foi derrotado em casa diante do Saragoça, que marcou por intermédio de Angel Lafita (41 e 77) e Fernández (55, g.p). Golos de Sergio Ramos (62) e Benzema (85) não foram suficientes para os "merengues", que se apresentaram em campo com os portugueses Ricardo Carvalho (foi expulso perto do final, por acumulação de amarelos) e Pepe, mas sem Cristiano Ronaldo.
O Atlético de Madrid foi ao terreno Deportivo da Coruña vencer por 1-0, graças a um golo de Sergio Agüero, aos 80 minutos. Com este resultado, os "colchoneros" saltam provisoriamente para o quinto lugar. in UEFA.com
Derrotado pelo Real Madrid no sábado por 6-3, o Valência conseguiu manter a vantagem sobre o "submarino amarelo", pois o adversário do FC Porto, nas meias-finais da UEFA Europa League, que na quinta-feira se desloca ao Estádio do Dragão na primeira mão, saiu derrotado da Andaluzia. O Villarreal viu-se a perder por 2-0 aos 14 minutos, através de um livre directo de Ivan Rakitić e um chapéu perfeito de Álvaro Negredo ao guarda-redes adversário. Carlos Marchena, que seria expulso aos 85 minutos por duplo cartão amarelo, reduziu aos 56 antes de Ndri Romaric repor a diferença de dois tentos favorável ao Sevilha em cima da hora de jogo e Giuseppe Rossi dar algum alento ao Villarreal a 17 miutos do fim. in UEFA.com
O primeiro golo de David Villa em 11 jogos deu vantagem ao Barça em Camp Nou frente ao conjunto do lateral português Nélson, antes de Lionel Messi, entrado em campo na segunda parte, marcar o 50º tento desta época a três minutos do fim e repor a vantagem de oito pontos de vantagem no topo.
Depois da conquista da Taça do Rei, a meio da semana, frente ao Barcelona, o Real Madrid regressava ao Mestalla, desta vez para medir forças com o clube que, por norma, ocupa aquele estádio, o Valência dos portugueses Miguel e Ricardo Costa. E, de novo, o jogo não podia ser mais recheado de "glória" blanca. Apresentando um onze com muitas alterações, Mourinho viu as suas "reservas" aplicarem um remédio de seis golos no terceiro classificado da liga.
A equipa "che" vendo-se assomada por semelhante vendaval, especialmente dos homens da frente - Higuaín, Kaká e Benzema -, "apenas" conseguiu apontar três golos É impensável dizer quem se destacou mais, se Kaká que apontou dois golos, entre os quais uma obra-prima, fez assistências e pautou todo o jogo do Real, numa das suas melhores exibições desde que chegou a Madrid, se Higuaín que fez um hattrick e uma assistência ou se o habitual colectivo "merengue" em si que vai dando uma demonstração de ser sim uma constelação de estrelas e não um conjunto de astros separados. Apesar de se pensar que Mourinho poderia dar oportunidade a Juanfran para se mostrar na lateral direita, o português adaptou Albiol àquele lado e colocou o "canterano" Nacho a jogar à esquerda, esse sim uma surpresa. Garay também entrava na equipa substituindo Sergio Ramos e o meio-campo estava reestruturado também, com Lass, Granero e Canales atrás de Kaká - sendo que o brasileiro facilmente caía nas alas e transformava um aparente 4x4x2, num 4x3x3. Lá na ponta desta lança bem afiada, Benzema e Higuaín formavam uma parelha de sucesso.
O Valência no primeiro tempo teve mais bola, mas teve muito menos pernas, de tal forma que acabou a perder 0-4. Como? A pergunta quase não carece de resposta, conhecendo a maneira de jogar do Real, transições rápidas, com controlos de bola e passes verdadeiramente estonteantes a nível de velocidade de execução e...nada mais. Parece simples até. Pois, a verdade é que esta máquina demorou a lubrificar alguns componentes mas agora promete destruir tudo o que contra ela se mova. Benzema colheu a primeira fatia, Higuaín deu mais uma facada no bolo e Kaká confirmou que era de qualidade o fabrico com novo golo. Não contentes, os jogadores foram à procura de mais fatias e conseguiram mais uma, sempre gentilmente cedida pela meiga equipa valenciana. De tal forma que, quando o Valência quis, já pouco ou nada havia para si.
No segundo tempo, a equipa da casa quis mudar a má imagem da primeira parte e mostrou-se mais acutilante, mas haveria de ser o Real a marcar novo golo. Kaká fez o que quis de Miguel e serviu Higuaín para o hat-trick do internacional argentino. Logo a seguir, Emery mexeu na equipa e lançou o brasileiro Jonas, em boa altura. Na primeira vez que o ex-Grémio de Porto Alegre tocou na bola foi para fazer um bom trabalho na área "merengue" e servir Soldado para o primeiro golo caseiro. De novo acordado pelo arranhar do Valência, o Real foi em busca de mais um e Kaká foi o marcador....do melhor golo da tarde! Uma delícia, em pouco mais de um metro, já quase no limite da pequena área, o brasileiro inventou um túnel a Stankevicius e colocou em jeito no fundo das redes da baliza de Goitia.
Com o encontro completamente decidido, o melhor que o Valência conseguiu foi reduzir mais as diferenças. Primeiro por Jonas que, com poucos toques na bola, se assumiu como o jogador mais decisivo do Valência e já perto do fim por Jordi Alba. Demonstração de força do Real Madrid numa altura importante da temporada, na casa daquele que é o terceiro classificado e que na última jornada aplicou "chapa 5" ao Villarreal.
O jogo Real Madrid - Barcelona terminou com um empate a um golo. Um verdadeiro choque de estilos, conforme já se esperava. Mas a todo o jogo de transições rápidas que, como disse Guardiola, tem no Real Madrid um especialista, os "merengues" juntaram-lhe uma paixão tremenda que lhes permitiram igualar uma equipa que seria vista por muitos como teoricamente superior. Aliás até os golos foram obtidos de igual forma: de penalty, um para Ronaldo e um para Messi, o que é mais um empate no confronto individual entre os dois melhores do mundo.
Mourinho remodelou o "onze" blanco: surpreendeu ao colocar Pepe à frente dos centrais numa posição que não lhe era estranha, já que o internacional português praticamente só fez esse lugar quando Carlos Queiroz estava no comando da selecção das "quinas". E o ex-FC Porto até esteve em bom plano. Nos primeiros minutos, o Barcelona tomou conta do encontro, também porque o Real Madrid assim o permitiu. De resto, o domínio "culé" não era efectivo, uma vez que nos últimos trinta metros, a equipa não criava perigo, graças ao trio de médios. Aliás o primeiro remate veio dos pés de Ronaldo. Pouco depois era Messi quem tentava bater, em chapéu, Casillas. Nunca deixando o adversário sem troco, as equipas iam trocando oportunidades - e às vezes galhardetes -, mas foi o Real a dispor da melhor oportunidade da primeira parte. Remate de Ronaldo salvo em cima da linha de golo por Adriano.
A formação "blaugrana" viu-se surpreendentemente em desvantagem com o Almería, graças a um golo de Miguel Angel Corona aos 50 minutos. Mas o resultado cedo sofreu alteração, com Messi a empatar de penalty após Diego Alves ter travado David Villa em falta. O primeiro golo na La Liga do jovem Thiago Alcántara, de cabeça, após canto de Messi, colocou o campeão espanhol na frente e, em período de descontos, Messi fechou a contagem com um chapéu a Diego Alves. Villa havia entrado na primeira parte, para o lugar de Bojan Krkić, que se lesionou e vai parar dois meses.
O Real venceu tranquilamente por 3-0 na visita ao Athletic Club, um pouco mais cedo, este sábado. Kaká colocou os "merengues" na frente com penalties aos 13 e 54 minutos, antes de Cristiano Ronaldo apontar o seu 28º tento. No último jogo do dia, o Mallorca empatou em casa 2-2 com o Sevilla FC. in UEFA.com
O Barça foi ao reduto do Villarreal e após uma igualdade no primeiro tempo, Gerard Piqué inaugurou o marcador aos 67 minutos. Apesar do assédio da turma da casa, a formação catalã conseguiu segurar a vantagem, colocando-se em excelente posição para revalidar o título.
A formação "merengue", com Ricardo Carvalho no "onze" (Pepe entrou aos 71 minutos e Cristiano Ronaldo ficou de fora, devido a lesão), tentou, sem sucesso, chegar à vantagem ante o Gijón, tendo sido surpreendida já no segundo tempo. O herói dos visitantes acabou por ser Miguel de las Cuevas, já que apontou o único golo do encontro aos 79 minutos. Com esta derrota, o Real fica a oito pontos do Barça, naquela que foi a primeira derrota caseira do treinador José Mourinho desde 2002 (então ao comando do FC Porto, ante o Beira-Mar, por 3-2).
O Valencia, no terceiro lugar, foi ao reduto do Getafe impor uma vitória por 4-2. Manu e Sardinero apontaram os tentos da turma da casa, num jogo em que Roberto Soldado assinou os quatro golos da formação "ché", que contou com Ricardo Costa na equipa titular. in UEFA.com
Começa a ser um hábito ver o Real Madrid ganhar os derbys com o Atlético de Madrid seja em que campo for. Ontem o encontro realizou-se no Vicente Calderón, mas nem por isso as coisas foram diferentes. A turma de Mourinho venceu por 1-2 com golos de Karim Benzema e de Mesut Özil. Agüero, aquele que mais inconformado esteve no "Atleti", descontou já perto do fim. Ainda assim, esta é uma vitória justíssima para os merengues.
Mourinho lançou um meio-campo de trabalho, composto por Lass, Khedira e Xabi Alonso, que permitia grande liberdade ao trio mais ofensivo - Ozil, Benzema e Ronaldo. O Atlético, por sua vez, montou uma estratégia na qual privilegiava a posse - que até conseguiu ter em certas alturas - e o ataque continuado. O único problema é que isso foi fazer a vontade ao Real que assim jogou como mais gosta, em ataques rápidos. A juntar a isso, o meio-campo do Real não deixava sequer o dos colchoneros ter a bola, recuperando-a rapidamente. Aliás, prova desse domínio do jogo são as quatro oportunidades que o Real teve antes de finalmente marcar, aos 11 minutos, por Benzema.
Com o golo, o Atlético foi em busca do empate e para isso usou "El Kun". Sempre que a bola chegava ao internacional argentino havia perigo para Casillas, mas o guarda-redes espanhol respondeu sempre com grande virtuosismo. A superioridade do Atlético durou...12 minutos. Tudo isto porque, aos 23 minutos, o Real Madrid deu um soco no estômago dos da casa quando Ozil, no seguimento de um penalty não assinalado por falta de Ujfalusi sobre Ronaldo, rematou para o fundo das redes, dando a ideia de que De Gea não fica muito bem na fotografia. Agora o Atlético estava a precisar de ser reanimado, do intervalo.
Mas o segundo tempo mostrou mais do mesmo do lado dos de Manzanares: uma vontade quase só única - de Agüero - em retirar algo do encontro. O avançado ia tentando, tentando, tentado, sem sucesso bater Casillas. "San Iker" estava a fazer jus à alcunha e, como disse Mourinho no final do encontro, foi um dos melhores em campo. Só que "água mole em pedra dura, tanto bate até que fura" e, aos 84 minutos, quando era certamente tarde demais, o dez do Atlético lá conseguiu o seu golo - e sublinhe-se bem o determinante possessivo porque mais ninguém fez tanto por merecer como ele. O resultado final é a prova de um Real Madrid que teve sempre o jogo controlado e que demonstrou aquela maturidade que caracteriza as equipas de José Mourinho.
O Sevilha empatou em casa com o Barcelona, provocando a aproximação do Real Madrid ao primeiro lugar da tabela. De sete pontos de diferença entre "merengues" e Barça, agora há cinco. Nojan ainda adiantou a equipa blaugrana, mas Navas empatou para os andaluzes, confirmando o cenário de que o Sánchez Pizjuán é um terreno muito complicado para Guardiola.
Mas o encontro esteve longe de ser calmo, como, de resto, começa a ser um habitué em jogos em casa do Sevilha. Aos oito minutos, Messi marca um golo de bom efeito, mas o árbitro invalida-o por pretensa falta de Busquets que se encontrava nas imediações da barreira. Na área de Valdés, houve também motivos para protestos no entender dos da casa. Dani Alves, ex-Sevilha, derrubou Zokora, podendo aceitar-se a decisão de assinalar castigo máximo. No meio de tanto "atropelo", o Barcelona lá marcou. Bojan, a passe de Alves, que recebeu uma bola fantástica de Iniesta, fez o primeiro, ele que havia substituído Pedro, lesionado.
Até final do primeiro tempo assistiu-se a um curioso duelo Messi-Javi Varas, com o "portero" dos andaluzes a levar a melhor sempre. Num desses lances, o internacional argentino caiu na grande área e teve de receber assistências, recolhendo aos balneários debilitado.
A segunda parte arranca praticamente com o golo do Sevilha. Manzano lançou Kanouté em campo e o maliano participou no golo do empate. Ainda assim, o primeiro destaque vai para Negredo que aguentou muito bem a pressão de Dani Alves, conseguiu centrar e endoçou a bola para que Navas a pudesse enviar para o fundo das redes do Barcelona. Novo empate, novas polémicas. O Sevilha queixou-se de um penalty e o Barça de outro. É certo que o Sevilha poderia ter feito o 2-1, mas a verdade é que foi o campeão espanhol quem enviou uma bola à trave e viu um golo ser negado em cima da linha, antes do apito final.
Sem portugueses em campo, foi Karim Benzema a estrela em destaque, marcando os dois golos da formação de José Mourinho, em vésperas de receber o Lyon na segunda mão dos oitavos-de-final da UEFA Champions League. O atacante francês apontou seis golos nos últimos três encontros, e este sábado marcou o primeiro após acorrer a um cruzamento de Álvaro Arbeloa, aos 24 minutos. Aos 56 rematou cruzado para o 2-0, após uma investida pela esquerda. O Barcelona viaja ao terreno do Sevilla FC, no domingo, e vai querer aumentar de novo para sete os pontos de vantagem.
Noutras paragens, Sergio Agüero bisou e colocou o Atlético de Madrid, com o português Tiago, na frente, mas o UD Almería, a jogar em casa, conseguiu empatar 2-2, subindo ao 18º posto, a um ponto da segurança. No derradeiro jogo de sábado, o Valencia CF foi goleado por 4-0 na visita ao Real Zaragoza. in UEFA.com
O Barcelona recebeu este sábado o Real Zaragoza em mais uma partida da La Liga, tendo vencido por 1-0.
A jogar em casa, o Barça chegou à vantagem ainda na primeira parte, aos 43 minutos, por intermédio de Seydou Keita, tendo sempre procurado o golo de tranquilidade. Ainda assim, os catalães acabariam por vencer pela margem mínima, aumentando para dez pontos a vantagem na liderança da Liga espanhola – o Real Madrid CF entra em acção no domingo.
O RCD Mallorca recebeu o Valencia CF e perdeu por 2-1. Pablo Hernández foi o autor dos dois golos da turma "che", que alinhou com o português Ricardo Costa (Nunes foi titular pelos maiorquinos). in UEFA.com
A liderança do FC Barcelona na Liga espanhola aumento para sete pontos, isto depois de o Real Madrid CF não ter seguido o exemplo do rival, vencedor na deslocação ao terreno do RCD Mallorca por 3-0.
Com o trio português constituído por Cristiano Ronaldo, Pepe e Ricardo Carvalho titular, o Real Madrid, que viu Emmanuel Adebayour e Ronaldo acertarem no poste na parte final da partida, revelou-se incapaz de derrubar o muro defensivo do RC Deportivo La Coruña, na Galiza, apesar do domínio territorial e na posse de bola durante quase todo o encontro.
Antes disso, Lionel Messi (38) pôs o Barcelona a caminho da 22ª vitória no campeonato ao marcar de cabeça ao guarda-redes Dudu Aouate, após lançamento de Seydou Keita por cima da defesa do Maiorca, onde actuou José Carlos Nunes. O Maiorca, que empatara 1-1 com o Barça em Outubro, sofreu mais dois tentos na segunda parte, da autoria de David Villa (57) e Pedro Rodríguez, o primeiro remate certeiro em seis jogos pelo clube e pela selecção de Espanha. in UEFA.com
O Barcelona recuperou os cinco pontos de avanço sobre o Real Madrid no topo da Liga espanhola, ao bater em casa, por 2-1, o Athletic Bilbao.
Derrotado pelo Arsenal a meio da semana na primeira mão dos oitavos-de-final da UEFA Champions League, o Barça precisou de apenas quatro minutos para ganhar vantagem frente à formação basca, graças a um golo de David Villa. O Atlético de Bilbao, porém, restabeleceu a igualdade cinco minutos após o arranque do segundo tempo, na sequência de uma grande penalidade convertida com êxito por Andoni Iraola. Lionel Messi apontou, depois, o golo do triunfo dos catalães a 12 minutos do apito final, naquele que foi o 25º golo do internacional argentino na prova.
A derrota deixou o Bilbau a oito pontos do quarto lugar, ocupado pelo Villarreal CF, que empatou 1-1 frente ao Málaga CF. Marco Ruben colocou a equipa do "submarino Amarelo" na frente aos 36 minutos, mas Sebastián Fernández, a oito minutos do fim, ofereceu o empate à formação comandada por Manuel Pellegrini na visita ao terreno da antiga equipa do técnico chileno.
O Málaga manteve assim o último lugar, a um ponto do UD Almería, que deixou fugir a vitória de forma dramática na recepção ao Deportivo de La Coruña. O guarda-redes da formação galega, Daniel Aranzubia, avançou no terreno na marcação de um canto já no quinto minuto de compensação, e, de forma notável, apontou o golo da igualdade. in UEFA.com







