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Rodrigo Mora apontado à Luz


O empresário de Rodrigo Mora garante que existe um pré-acordo com o Benfica para a transferência do avançado do Defensor Sporting.

Rodrigo Mora foi o segundo melhor marcador – 11 golos em 15 jogos – do campeonato Apertura do Uruguai, tendo contribuído de forma decisiva para a conquista do título por parte do Defensor. Cobiçado pelo Vélez, do México, o jogador recusou entretanto prolongar por seis meses o contrato com o Defensor, tendo sido colocado pelo clube de Montevideu a treinar numa equipa da terceira divisão. De acordo com o La Republica do Uruguai, Pablo Bentancur, representante e detentor de 50 por cento do passe do jogador, já informou o Defensor que Rodrigo Mora não voltará ao clube, tendo um pré-acordo com o Benfica para jogar na Luz a partir da próxima temporada.

Luis Aguiar no Peñarol: «É um sonho para mim»


Luis Aguiar, que esteve cedido ao Sp. Braga pelo Dínamo Moscovo no início da época, está no Uruguai para assinar pelo Peñarol, novamente por empréstimo do clube russo.

«Estou muito contente e, ansiosamente, à espera das novidades. Entre hoje [segunda-feira] e amanhã [terça-feira] fica tudo resolvido», garantiu o médio uruguaio à imprensa do seu país, onde está desde 28 de Dezembro. «Precisava de vir e estar perto da minha família. Em termos desportivos, estava bem em Portugal, mas queria voltar ao Uruguai. Senti uma vontade irresistível de estar junto dos meus, são coisas difíceis de explicar porque são emocionais», explicou, ainda. A cedência aos minhotos terminava apenas no final da época, mas Luis Aguiar teve não só a compreensão de Domingos Paciência como de António Salvador. «Falei com o treinador do Sp. Braga e disse-lhe que não me sentia bem, que não estava feliz para defender a camisola da equipa como sempre fiz. Disse-lhe que preferia ir-me embora e encontrar outra solução. Tenho uma boa relação com ele e compreendeu-me. O presidente também», contou o médio, de 25 anos.

Falta, contudo, garantir a anuência do Dínamo Moscovo, ainda que Luis Aguiar confie no entendimento das partes. «Com os russos a situação é outra, mais complicada, mas os meus representantes estão a tratar de tudo. Quero ficar aqui e vou fazer todos os esforços para o conseguir», prometeu.

Peñarol deseja novo empréstimo de Urreta

Campeão em título do Uruguai, o Peñarol quer voltar a contar com Urreta, como é conhecido, para a disputa da Taça dos Libertadores da América, que se inicia em finais de Janeiro de 2011.

O uruguaio Urreta já esteve emprestado pelo Benfica ao Peñarol nos primeiros seis meses deste ano, tendo sido depois cedido ao Deportivo da Corunha, onde não tem sido muito feliz.

Com utilização irregular na equipa galega, Urreta envolveu-se recentemente num incidente num treino com um companheiro de equipa, tendo sido depois sancionado pela direcção do clube, o que só terá aumentado a insatisfação do jogador.

Rodrigo Mora seguido atentamente


Rodrigo Mora, avançado do Defensor Sporting, 23 anos, está a ser observado com grande atenção pelos responsáveis encarnados. O prospector Jorge Gomes tem elaborado relatórios bem favoráveis sobre o jogador, mas, ao que foi possível apurar, não houve ainda qualquer avanço concreto.

O presidente do Defensor Sporting, Dante Prato, sublinha que as águias estão no encalço do dianteiro, mas até reza para que alguém avance com os... euros. "Sei que há uma pessoa de Portugal aqui a segui-lo com um empresário local, mas até agora ninguém falou comigo ou com qualquer pessoa do clube. Ele fica livre em Junho, e não acredito que qualquer clube nos venha apresentar propostas sabendo que o pode contratar com o passe na mão. Já me falaram em cinco milhões de euros, mas seria uma loucura pagar isso por um jogador que fica livre. Se nos dessem dois ou três milhões, já seria brutal!", dispara o responsável.

Palito só para 2011


Álvaro Pereira estará indisponível para dar o seu contributo ao FC Porto nos próximos cinco jogos oficiais. O internacional uruguaio lesionou-se no particular entre a sua selecção e o Chile ao fazer uma fissura no úmero depois de uma queda aparatosa. O departamento médico apontava o período de paragem de Álvaro Pereira como sendo de aproximadamente um mês, embora o jogador acredite que possa voltar a competir em vinte dias.

Este é um duro revés para André Villas-Boas que se vê privado de uma solução claramente melhor que as alternativas naquela posição, havendo agora a curiosidade para ver se o flanco esquerdo irá manter a produtividade que mostrou até à data.


"Sei que o Benfica me tem observado", Rodrigo Mora


O uruguaio Rodrigo Mora, ligado pela imprensa nos últimos dias como estando a caminho do Benfica, reconheceu a existência de uma abordagem encarnada à direcção do seu clube, o Defensor Sporting, clube ao qual o Benfica já tinha recrutado Maxi Pereira. Para além do mais, Mora vinca o desejo de viajar para Portugal para jogar nos campeões nacionais: "Quero ir já para o Benfica. É um sonho de qualquer jogador. Resta-me esperar".

"Já sei do interesse do Benfica mas ainda nada está decidido. Sei que me têm observado e já estabeleceram contactos com o clube (...) Tenho um acordo com a direcção para sair no final do ano caso exista uma boa proposta para mim e para o clube (...) O Benfica é o ideal".


Rodríguez marca em nova vitória do Uruguai


O extremo do FC Porto actuou pela selecção uruguaia frente à China e ajudou a sua equipa a construir nova goleada, depois de na partida anterior terem goleado a frágil Indonésia por 7-1. Desta feita foram quatro golos sem resposta, embora os tentos só tenham chegado nos últimos 20 minutos de jogo.

Luis Suárez abriu o marcador perto do minuto 70 e Edison Cavani, juntamente com Cristian Rodríguez, ampliaram a vantagem logo de seguida. Sebastien Fernández encarregou-se de fechar o marcador em 4-0. Para além do extremo portista, também os companheiros de clube Álvaro Pereira e Jorge Fucile actuaram, juntamente com o benfiquista Maxi.

Tabarez irá mesmo continuar no Uruguai


Óscar Tabarez, treinador responsável pelo ressurgimento da selecção uruguaia na alta roda mundial, renovou o contrato que o liga à Federação daquele país. Chegam, assim, ao fim longas semanas de negociações com muitos avanços e recuos, mas com o final desejado pela nação sul-americana. Tabarez fica ligado por mais quatro anos ao Uruguai, até ao final do próximo Mundial, em 2014, no Brasil.

As negociações prolongaram-se um pouco porque abrangeram vários aspectos, mas finalmente chegamos a um acordo e será assinado o contrato - anunciou o presidente da Associação Uruguaia de Futebol, Sebastián Bauzá.

Liga uruguaia terá o prémio...Forlán

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Como reconhecimento das boas prestações ao serviço quer da selecção uruguaia, quer dos clubes por onde passou, elevando o nome do futebol daquele país a um patamar superior, a Associação Uruguaia de Futebol (AUF) decidiu atribuir ao prémio que distingue o melhor marcador da liga do Uruguai o nome do avançado do Atlético de Madrid.

De lembrar que Diego Forlán esteve imparável no Mundial 2010, onde não só se distinguiu como melhor jogador do torneio, como também como melhor marcador da prova.


Cristian Rodriguez de regresso à selecção


Depois de ter falhado a presença no Mundial-2010, Cristian Rodriguez volta a ser chamado à selecção uruguaia, tendo em vista o encontro particular do próximo dia 11 de Agosto, diante de Angola, em Lisboa.

Além de Rodriguez, o FC Porto volta a colocar mais dois jogadores na convocatória, os defesas Jorge Fucile e Alvaro Pereira, que estiveram na campanha do Mundial-2010, onde ajudaram o Uruguai a chegar ao quarto posto final. O outro "português" convocado é Maxi Pereira.

Fucile no «onze» ideal da «Gazzetta»


O internacional uruguaio Jorge Fucile, do FC Porto, faz parte do «onze» ideal do Mundial do jornal italiano «Gazzetta dello Sport». A Espanha e a Alemanha, ambas com quatro jogadores, são as selecções que forneceram mais jogadores ao «onze» ideal do jornal italiano.

Aqui fica os jogadores escolhidos: Casillas; Lahm, Puyol, Friedrich e Fucile; Muller, Schweinsteiger, Iniesta e Sneijder; Forlán e Villa.

Forlán ganha Bola de Ouro do Mundial


O avançado uruguaio Diego Forlán foi eleito o melhor jogador do Mundial. Casillas venceu o troféu Luca de Ouro.

A FIFA anunciou o nome do vencedor momentos depois do final do Holanda-Espanha, que deu a vitória aos espanhóis. A votação, levada a cabo pelos jornalistas presentes no Mundial, decorreu até este domingo. Curiosamente o troféu vai para um jogador cuja equipa ficou em quarto lugar.

Forlán reuniu 23,4 por cento dos votos, à frente de Wesley Sneijder (21,8%) e de David Villa (16,9%).Forlán sucede a Zidane, eleito em 2006 e fica também no topo de melhores marcadores com cinco golos, embora Muller leve a Bota de Ouro no desempate.

Iker Casillas foi considerado o melhor guarda-redes, sucedendo a Buffon.

Pódio para a Alemanha


A Alemanha garantiu o terceiro lugar no Campeonato do Mundo da África do Sul, ao bater o Uruguai por 3-2, num bom espectáculo de futebol.

Um jogo aberto e repleto de golos, incerteza no resultado, que apenas ficou decidido nos derradeiros dez minutos, graças a um golo de Sami Khedira. Os germânicos começaram melhor, estiveram na frente, o Uruguai respondeu e deu a volta, e perto do final os alemães fizeram o mesmo. E foram os europeus a começarem melhor. Aos dez minutos a Alemanha esteve muito perto de abrir o activo, na sequência de uma série de lances de insistência ofensiva. Após canto da direita, Arne Friedrich cabeceou ao segundo poste, com a bola a embater na barra. A Alemanha era, de facto, a equipa mais esclarecida em campo, apesar das tentativas de Jorge Fucile, do FC Porto, e Maxi Pereira, do Benfica, em remar contra a maré, e em cima dos 18 minutos, os germânicos chegaram mesmo à vantagem.

Bastian Schweinsteiger arrancou um excelente pontapé de fora da área, Fernando Muslera apenas conseguir bloquear, mas a bola sobrou para Thomas Müller, que só teve de empurrar para o 1-0, o seu quinto tento neste Campeonato do Mundo. O domínio da formação europeia era evidente, mas aos 28 minutos, o Uruguai conseguiu responder da melhor forma. Após um roubo de bola no meio-campo, os sul-americanos aproveitaram bem o desposicionamento da defesa alemã e, num rápido contra-ataque com três contra dois, Edinson Cavani recebeu na esquerda e, à saída de Hans-Jörg Butt, empurrou para o fundo da baliza. O encontro tornou-se um pouco mais equilibrado, com a Alemanha a sentir mais dificuldades para entrar na defensiva contrária, aproveitando o Uruguai para contra-atacar. Num desses lances, pouco antes do intervalo, Luis Suárez isolou-se pela direita, mas o seu remate cruzado saiu ao lado do poste.



O segundo tempo começou com uma excelente ocasião desperdiçada por Suárez, que viu Butt fazer uma excelente defesa para canto. Um sinal do que viria a acontecer pouco depois. A verdade é que o Uruguai entrou melhor após o descanso e Diego Forlán colocou a formação sul-americana na frente, aos 51 minutos, através de um remate acrobático à entrada da área. Foi o quinto golo do atacante na prova. Mas o jogo estava animado.

Na resposta, a Alemanha voltou a empatar, com Marcell Jansen a cabecear após cruzamento da esquerda e saída a destempo de Muslera, e Mesut Özil teve nos pés o 3-2, aos 57 minutos, mas exagerou nas fintas. O encontro estava aberto, emocionante, sem grandes estratégias defensivas. Nesta fase, Butt negou golos a Suárez e Forlán. Já se vislumbrava o prolongamento, quando a Alemanha conseguiu, finalmente, desatar o nó deste jogo. Aos 82 minutos, na sequência de um lance confuso, Sami Khedira conseguiu saltar mais alto que toda a gente e cabecear por cima de Muslera, fazendo o 3-2 final. Forlán, de livre directo, ainda atirou à barra, em período de descontos. Os germânicos asseguraram assim o derradeiro lugar no pódio do Mundial de 2010.

"Laranja" imparável chega à final


A Holanda apurou-se pela terceira vez na sua história, primeira em 32 anos, para a final do Campeonato do Mundo, ao vencer o Uruguai por 3-2, na Cidade do Cabo e com seis triunfos em outros tantos jogos, pode igualou o resgisto do Brasil alcançado em 2002 na caminhada para o pentacampeonato.

Finalista vencida em 1974 e 1978, a selecção "laranja" viu Diego Forlán responder ainda na etapa inicial ao tento inaugural do capitão Giovanni van Bronckhorst, mas dois remates certeiros no espaço de três minutos da segunda parte, da autoria de Wesley Sneijder e Arjen Robben, abateram os sul-americanos (vencedores da competição em 1934 e 1950) , apesar de Maxi Pereira ter reduzido nos descontos, e garantiram a presença da Holanda no encontro decisivo de domingo – ante a Alemanha ou a Espanha. Além de ter mantido a senda 100 por cento vitoriosa da equipa de Bert van Marwijk em 2010 (10 jogos), o triunfo aumentou igualmente para 25 a série de desafios seguidos dos holandeses sem perder.

Coube ao conjunto da Europa a primeira ameaça, aos quatro minutos, num remate de Dirk Kuyt que saiu por cima da trave, após alívio deficiente do guarda-redes Fernando Muslera, mas o golo da Holanda não tardou. Aos 18, Van Bronckhorst – a disputar o 105º desafio pela selecção “laranja” – desferiu um pontapé com o pé esquerdo muito longe do alvo e fez a bola entrar ao ângulo superior esquerdo da baliza adversária; Muslera bem se esticou e ainda tocou ao de leve no esférico, mas este bateu na parte de dentro do poste antes de entrar nas redes dos sul-americanos. Sem poder contar com Luis Suárez no ataque devido a suspensão (tal como Jorge Fucile, do FC Porto, substituído na lateral-esquerda pelo estreante Martín Cáceres, da Juventus), a formação comandada por Óscar Tabárez, que teve também o capitão Diego Lugano indisponível por lesão, viu o igualmente portista Álvaro Pereira rematar fraco e à figura de Maarten Stekelenburg, antes de Muslera defender remate cruzado de Kuyt.



No entanto, na resposta, o Uruguai chegou ao empate por Forlán, aos 41 minutos. O avançado do Clube Atlético de Madrid fugiu a Joris Mathijsen e fez o seu quinto golo na prova (igualou o espanhol David Villa), num remate de pé esquerdo de fora da área que bateu Stekelenburg, apesar de este ter tocado na bola. O quinto tento de Forlán igualou David Villa no topo dos melhores marcadores com 5 golos (28 golos em 68 jogos Seis minutos depois do intervalo, a selecção “celeste” esteve perto de virar o resultado. Khalid Boulahrouz – uma das três novidades de Van Marwijk nesta partida (as outras foram Demy de Zeeuw e Mathijsen) – fez um mau atraso para Stekelenburg, o guarda-redes conseguiu anular o lance mas a bola sobrou para Álvaro Pereira, que, de longe, tentou o chapéu, valendo Van Bronckhorst a evitar o golo de cabeça.

Forlán testou a atenção de e defesa apertada de Stekelenburg a meio da segunda parte e, no lado contrário, Robin van Persie assistiu Rafael van der Vaart, entrado após o reatamento para o lugar de De Zeeuw, mas Muslera negou os intentos do jogador do Real Madrid. Os holandeses pressionaram e assinaram dois golos no espaço de três minutos, aos 70 e 73: primeiro num remate de Sneijder que desviou em Maxi Pereira e enganou Muslera e depois num cabeceamento certeiro de Robben, na sequência de um bom cruzamento de Kuyt. Nos descontos, Mauricio Victorino marcou um livre curto para Maxi, o lateral-direito do Benfica flectiu para dentro de rematou em jeito para o fundo das redes perto área.

Emoções (muito) fortes e Uruguai nas meias

El Uruguay-Ghana, en imágenes

A intensidade no Uruguai-Gana terá sido guardada para o final do encontro. Não dos 90 minutos, mas a partir dos 120 até ao fim dos penaltys. Ganeses e uruguaios perfilava-se em campo num confronto interessante entre uma selecção histórica e uma selecção sedenta de começar a fazer a sua. A vitória acabou por sorrir a Maxi Pereira, Jorge Fucile, Álvaro Pereira e companhia, que foram mais felizes na marcação de grandes penalidades, depois do empate a uma bola no fim do tempo regulamentar. No onze, apenas o lateral do Benfica e Fucile marcaram presença.

O jogo teve de tudo! Desde avançados a fazer de guarda-redes até penaltys falhados e outros convertidos à "Panenka". O apito inicial assinalou também o princípio de um encontro que, durante os primeiros dez minutos, privilegiou os cuidados defensivos. A partir daí o Uruguai abriu as hostilidades, mas as pretensões de marcar esbarravam sempre em Kingson, guarda-redes ganês que, com este Mundial parece ter perdido a fama de inseguro. Após este sufoco inicial, o Gana, apoiado no público que correu ao Soccer City em Joanesburgo para apoiar as "Estrelas Negras", avançou no terreno. Aos 37' minutos, o Uruguai sofreu um duro revés. Diego Lugano saiu lesionado, desconhecendo-se ainda, se a lesão é impeditiva de o capitão estar nas meias-finais. Aos 44 minutos, Kevin-Prince Boateng tentou finalizar de bicicleta, sem sucesso. Dois minutos depois haveria mesmo histeria no estádio. Muntari disparou e, com a ajuda da Jabulani, Muslera não conseguiu parar o remate para gáudio dos africanos que enchiam o estádio.

O Uruguai, como lhe é reconhecido, pareceu acordar com o golo ganês e regressou ao jogo com "Ganas". Depois de sete cantos, Forlán, aos 55 minutos, cobraria uma falta com êxito - e algumas culpas para Kingson. O Gana reagiu e Gyan teve nos pés o golo, mas Muslera tinha nas mãos a Segurança. Maxi também teria a sua chance. O lateral encarnado teve na verdade uma excelente situação para dar a glória aos uruguaios, mas rematou por cima.

Ghana pay the penalty

Mas o jogo foi para prolongamento. E aí sim, os medos vieram ao de cima. Estava muito em jogo e ninguém queria errar, porque isso significaria o fim, as lágrimas. Na primeira parte, ligeiro ascendente sul-americano com Maxi em especial destaque pela frescura física evidenciada. Mas na segunda parte o Gana emancipou-se. Criou situações de perigo, algo raro no prolongamento. Um exemplo foi provocado por um alívio deficiente de Fucile, em resposta a um lançamento de linha lateral. Boateng quase aproveitava para dar a vitória. Em cima do apito de Olegário, o Gana vai dispor da melhor oportunidade. Canto na direita, remate defendido na linha de golo por Suárez e recarga de Adiyiah defendida de novo por Suárez, mas desta feita com a mão, qual guardião. O juíz português não hesitou e apontou para a marca de castigo máximo. Expulsão justa para o avançado do Ajax. Desespero sul-americano, euforia ganesa. Gyan avança para o penalty e essa euforia esbarra na barra, antes de ressaltar para fora.

penalti abreu gana x uruguai

O jogo iria então decidir-se na marcação de grandes penalidades onde a sorte acabou por sorrir ao Uruguai e aos "locos". Tudo isto porque o último penalty, o que deu a vitória, o de maior pressão, foi marcado com nervos de aço por Sebástian "Loco" Abreu...à panenka. Do lado "celeste" falhou Maxi Pereira, pelo Gana falhou Mensah e Adiyiah.

Suárez coloca Uruguai nos quartos-de-final


Com dois golos de Luís Suárez, o Uruguai bateu a Coreia do Sul por 2-1 e segue para os quartos-de-final.

A selecção uruguaia, que ainda não tinha sofrido qualquer golo neste Mundial, ganhou vantagem logo aos oito minutos, mas viu Lee Chung-Yong restabelecer a igualdade a meio do segundo tempo. A dez minutos do apito final, contudo, Suárez bisou na partida e selou o apuramento dos sul-americanos. A Coreia entrou melhor no encontro e foi a primeira equipa a criar perigo, logo aos cinco minutos, na sequência de um livre a castigar falta de Maxi Pereira sobre Park Ji-sung, já perto da entrada da área. Na cobrança, Park Chu-young bateu a bola em arco, sobre a barreira, mas esta acabou por embater no poste. Os sul-americanos reagiram e viram Diego Forlán, em boa posição, rematar à figura de Jung Sung-ryong.

E acabou mesmo por ser o Uruguai a inaugurar o marcador, aos oito minutos. Forlán trabalhou bem na esquerda e cruzou rasteiro para o segundo poste, onde apareceu Luis Suárez a encostar para o fundo das redes, depois de o guarda-redes coreano, Jung Sung-ryong, ter falhado a tentativa de interceptar a bola. A Coreia apenas conseguiu responder com algum perigo à passagem da meia-hora, com mais um bom remate de Chu-young. Suárez, de cabeça, esteve perto do 2-0 pouco depois, e Cha Du-ri, de longe, ameaçou a baliza uruguaia, mas o intervalo chegou mesmo sem mais alterações no resultado.



O segundo tempo começou com a selecção coreana a controlar por completo a posse de bola, mas sem conseguir criar reais situações de golo, excepção feita a um bom remate de cabeça de Park Ji-sung, aos 58 minutos. Os asiáticos, contudo, haveriam de ver o seu maior domínio recompensado aos 68 minutos, com a obtenção do golo do empate. Na sequência de um livre batido para a área do Uruguai, Lee Chung-Yong, solto de marcação, de cabeça, bateu Muslera pela primeira vez neste Campeonato do Mundo.

Com a igualdade restabelecida no marcador, o Uruguai voltou a subir no terreno e, depois de deixar um primeiro aviso, com um remate cruzado para excelente defesa de Jung Sung-ryong, Suárez bisou mesmo na partida, numa excelente iniciativa individual, culminada com um espectacular remate em arco, que ainda tocou no poste antes de entrar para o fundo da baliza coreana. A Coreia ainda dispôs de uma excelente oportunidade para levar a decisão do encontro para o prolongamento mas, isolado, Lee Dong-Gook não conseguiu bater Muslera, com o Uruguai a segurar a passagem aos quartos-de-final.

Uruguai e México seguem em frente


O Uruguai bateu o México por 1-0, em Rustenburg, graças a um golo de Luis Suárez, avançado do Ajax ACF, perto do final da primeira parte, mas as duas selecções seguem em frente para os oitavos-de-final.

Apesar de um empate garantir automaticamente o apuramento às duas selecções, os primeiros minutos do encontro mostraram que Uruguai e México iriam lutar pela vitória, procurando, talvez, evitar um possível confronto com a Argentina nos oitavos-de-final. A primeira real situação de golo pertenceu ao Uruguai, com Suárez, isolado, a atirar ao lado, mas o México respondeu através de Andrés Guardado que, de muito longe, acertou na trave da baliza à guarda de Fernando Muslera. O jogo prosseguiu numa toada de parada e resposta, e acabou por ser o Uruguai a inaugurar o marcador, aos 44 minutos, por intermédio de Suarez, de cabeça, após cruzamento de Edinson Cavani. As duas selecções recolheram aos balneários ainda em posição de acesso aos oitavos-de-final, embora com os mexicanos ameaçados, fruto do resultado que, na altura, se verificava na partida entre África do Sul e França.

Apesar disso, foi o Uruguai quem esteve perto de ampliar a vantagem, logo no arranque do segundo tempo. Aos poucos, o México assumiu o controlo da partida sem que, ainda assim, conseguisse concretizar nenhuma das várias oportunidades criadas para restabelecer a igualdade, a melhor das quais desperdiçada por Francisco Rodríguez, num cabeceamento sem oposição, já dentro da pequena área adversária. Contudo, a África do Sul não foi além de um triunfo por 2-1 sobre a França, pelo que a derrota pela margem mínima foi suficiente para permitir à selecção mexicana segurar o segundo lugar no Grupo A, enquanto o Uruguai garantiu o primeiro posto sem qualquer golo sofrido nos três encontros disputados.

Fase Qualificação do Mundial: Grupo A

Álvaro Pereira marca na goleada do Uruguai

Forlán embala Uruguai

Depois do empate na ronda inaugural do Grupo A, a África do Sul, anfitriã do Campeonato do Mundo de 2010, saiu derrotada do confronto ante o Uruguai (3-0), num desafio em que Diego Forlán apontou dois golos. O portista Álvaro Pereira marcou ao fechar do pano.

A jogar em casa, no Estádio Loftus Versfeld, em Pretória, a turma africana foi a primeira a criar perigo, logo aos quatro minutos, primeiro na execução de um livre e depois na marcação de um canto. Ainda assim, a formação sul-americana, que contou com os portistas Álvaro Pereira e Fucile no "onze" – o benfiquista Maxi Pereira também alinhou de início – ia anulando as investidas do conjunto orientado por Carlos Alberto Parreira.

Os uruguaios aproveitaram inclusivamente para subir um pouco mais no terreno e Luis Suárez tentou o remate de fora da área, mas o guarda-redes sul-africano, Khune, travou o disparo do dianteiro. No minuto seguinte, o Uruguai chegou mesmo ao golo, também através de um disparo de longe. Diego Forlán disparou uma bomba em direcção à baliza, o esférico ainda sofreu um desvio em Mokoena e acabou por entrar nas redes à guarda de Khune.

Forlán e Alvaro Pereira festejam golo (foto AP)

Empolgados pelo golo, os comandados de Oscar Tabárez poderia ter dilatado a vantagem aos 33 minutos, mas Suárez, descaído sob o lado direito acertou nas malhas laterais da baliza sul-africana. Aos 39 minutos os "bafana bafana" responderam e estiveram perto do empate, após cruzamento do lado direito, de Modise. Mphela, bem colocado, cabeceou pleno de intenção, mas o remate saiu ligeiramente ao lado.

Depois de ter chegado ao intervalo em vantagem, o Uruguai encarou o segundo tempo com a missão de preservar a vantagem alcançada, não descurando o ataque. Assim, aos 47 minutos, Cavani esteve perto do 2-0, após cruzamento de Suárez, mas Masilela conseguiu desarmar o atacante contrário, quando este se preparava para visar a baliza de Khune.

Os uruguaios continuaram a desperdiçar algumas ocasiões para dilatar a vantagem e aos 65 minutos viram Mphela desaproveitar novo cabeceamento em zona frontal, com o esférico a sair ao lado. Dez minutos depois, Khune derrubou Suárez dentro da grande área, com o árbitro a assinalar grande penalidade e a dar ordem de expulsão ao guardião sul-africano. Chamar a converter o castigo máximo, Forlán aproveitou para bisar, estabelecendo o 2-0. Álvaro Pereira, lateral do FC Porto, teve ainda tempo para assinar o 3-0 final já em tempo de descontos.

França e Uruguai não conseguem a primeira vitória do Mundial

France, Uruguay draw a blank

Ainda ninguém conseguiu a primeira vitória no Mundial 2010, concluída que está a 1ª jornada no grupo A. Depois de toda a alegria e cor do espectáculo de abertura, faltaram a México e África do Sul, Uruguai e França essas características. No segundo jogo do dia inaugural do campeonato, uruguaios e franceses não foram além do nulo no marcador.

Aquele que seria, porventura, o jogo da jornada, teve menos espectacularidade do que o anterior. Raymon Domenech não ouviu os pedidos dos franceses e colocou Henry...no banco. Durante a primeira parte o jogo seria essencialmente disputado no meio-campo, com os receios a dominarem europeus e sul-americanos. Destaque para duas oportunidades dos gauleses e para uma dos latinos. Até nesse aspecto o jogo ia quase empatado para intervalo.

A segunda parte mostrou um Uruguai relativamente remodelado, com os laterais Maxi e Álvaro Pereira a incorporarem-se mais nas acções ofensivas - ainda que de forma discreta - e com os "celestes" a mostrar vontade em alterar as coisas. As oportunidades, essas, no entanto, escasseavam, e dos derradeiros quarenta e cinco minutos apenas há a salientar, de forma clara, um remate de Forlán. No final, Nicolas Lodeiro, seria ainda expulso, por acumulação de amarelos, mas a França já com "a carne toda no assador", não conseguiu desfeitear a boa organização defensiva que é típica do Uruguai.


Como jogaram os "portugueses":

Álvaro Pereira (5):
O defesa esquerdo do FC Porto teve uma actuação discreta, muito nervoso. Acusou a ansiedade de se estrear num Mundial. Não esteve tão exuberante a atacar e cometeu alguns erros em pormenores defensivos que, contudo, nesta competição poderia ter custado mais caro. O lateral deu espaços nas entrelinhas e demorava a sair à bola ao jogador da sua posição, permitindo que cruzasse livremente. Os franceses viram isso e aproveitaram para atacar, grande parte do encontro, pelo seu lado. De destacar um bom lançamento para Forlán numa das melhores oportunidades do jogo e a vontade que aplica em todos os lances.

Maxi Pereira (6): Mais sólido do que o companheiro do outro flanco a defender, o lateral do Benfica aventurou-se algumas vezes no ataque. Foi notória, contudo, à semelhança da restante equipa, a percentagem de passes falhados. Na defesa abriu, por duas vezes, pelo menos, avenidas que os franceses não souberam aproveitar. Ainda assim, no meio do Uruguai, foi um elemento com uma actuação razoável.

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