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Marítimo repete resultado obtido em casa e passa à fase seguinte

Sp. Fingal-Marítimo

O Marítimo está na terceira pré-eliminatória da Liga Europa. Os madeirenses foram à República da Irlanda vencer o Sporting Fingal por 3-2 e, assim, garantir passagem à fase seguinte. A equipa portuguesa entrou bem melhor no encontro, chegou à vantagem e, na segunda parte, Marquinho dissipou dúvidas ao fazer o 2-0. Sim, o resultado aumentou para ambos os lados, mas a partir do segundo madeirense poucas incógnitas ficaram.

A vantagem era curta. O 3-2 levado da Madeira até Dublin era não só perigoso, como não exprimia a supremacia madeirense sobre os irlandeses na Choupana. O Marítimo começou bem e chegou ao golo através de uma grande penalidade arrancada por Danilo. Alonso não perdoou e dificultou a vida ao Sporting Fingal. Antes, já Brendan Clarke tinha feito várias defesas. Mais iria fazer. Ao intervalo, o guarda-redes irlandês tinha bem mais trabalho que Peçanha, que ainda com 0-0 deixou escapar uma bola para a frente. Crowe não conseguiu emendar.

Danilo estava muito activo e voltou dinâmico para a segunda parte. Duas jogadas a abrir o segundo tempo, uma concluída com um remate que Clarke defendeu, outra finalizada ao lado. Outro brasileiro iria fazer diferente. Marquinho arranjou espaço e disparou para o fundo das redes. Estava definido o vencedor, mas não o resultado final. Isto porque Zayed reduziu para os irlandeses, aos 81 minutos. O Marítimo desperdiçou depois uma boa oportunidade por Kanu, mas carimbou na mesma a passagem à terceira pré-eliminatória, com o mesmo brasileiro a fazer o 3-1, emendando a perdida anterior. Zayed bisou perto do final e fixou o resultado em 3-2, o mesmo da Madeira. in Maisfutebol

Marítimo defronta Sporting Fingal


O Marítimo ficou a saber que vai ter como adversário o Sporting Fingal FC, da República da Irlanda, na segunda pré-eliminatória da UEFA Europa League, cujo sorteio das duas primeiras pré-eliminatórias decorreu esta segunda-feira em Nyon, com a presença de algumas equipas de renome, como o Olympiacos FC e o Beşiktaş JK (de Ricardo Quaresma).

A competição vai ter início a 1 e 8 de Julho, com a realização das duas mãos das partidas da primeira pré-eliminatória. Entre as 26 equipas a entrarem em cena nesta ronda inaugural encontra-se o Anorthosis Famagusta, que em 2008/09 disputou a fase de grupos da UEFA Champions League e que vai medir forças com o FC Banants, da Arménia. Randers FC, Gefle IF e Myllykosken Pallo-47 - as equipas que chegam a esta primeira pré-eliminatória em virtude dos prémios fair-play - vão defrontar, respectivamente, F91 Dudelange, NSÍ Runavík e JK Trans Narva. À espera dos vencedores dessa ronda estarão, na segunda pré-eliminatória, 54 outros clubes. Entre eles, para além do Marítimo, três equipas que, na temporada passada, estiveram na fase de grupos da UEFA Champions League: Olympiacos, Beşiktaş e APOEL FC, que vão ter pela frente, respectivamente, o KS Besa, da Albâni, o Vikingur, das Ilhas Faroé, e o vencedor do confronto da primeira pré-eliminatória entre Llanelli AFC e FK Tauras.

Os 40 embates dessa segunda pré-eliminatória estão marcados para 15 de Julho (primeira mão) e 22 de Julho (segunda mão). O sorteio da terceira pré-eliminatória, onde entrarão em cena, entre outros, Sporting, Liverpool FC e Juventus, terá lugar no dia seguinte, 23 de Julho. Seguir-se-á, depois, a ronda de "play-off", onde o FC porto dará início à sua campanha na prova e onde estarão, também, as equipas afastadas na terceira pré-eliminatória da UEFA Champions League. Destes "play-offs" irão sair as equipas que disputarão a fase de grupos da UEFA Europa League em 2010/11, onde, para já, apenas o Club Atlético de Madrid tem lugar assegurado na qualidade de detentor do troféu. A final está marcada para 18 de Maio do próximo ano, na Dublin Arena. Todos os jogos podem ser consultados aqui.

"Trap" não se importava de estar às ordens do Vaticano

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Têm sido intensos os rumores que dão conta da possibilidade de o Vaticano avançar para a criação de uma selecção. E parece que candidato a seleccionador já terá. Não se trata de um nome qualquer. Falamos, nada mais nada menos, do que Giovanni Trapattoni, treinador italiano que já esteve ao serviço da Squadra Azurra e de alguns dos mais emblemáticos clubes de Itália e deu o último título de campeão nacional ao Benfica. A "Velha Raposa" assumiu publicamente que teria todo o prazer em treinar a selecção mais religiosa do mundo.

Pediram-me para treinar a selecção do Vaticano, mas por agora estou ocupado com a Irlanda. No entanto, quando me aposentar, gostaria muito de ter essa possibilidade, referiu Trapttoni.

Henry a favor da repetição do jogo


Na sequência do episódio da passada quarta-feira que valeu à França o apuramento para o Mundial 2010 depois de vitória diante a República da Irlanda, em que Henry domina a bola com a mão no lance que dá o segundo golo à França,o internacional francês mostra-se a favor da repetição do encontro, adiantando ser a «solução mais justa».

«Sinto-me naturalmente desconfortável com a maneira como ganhámos o jogo e estou extremamente triste pelos irlandeses, que mereciam realmente estar na África do Sul», reconheceu o avançado, já depois de o comité da FIFA ter declarado que o jogo não será repetido. «Já o disse e repito-o: sim, toquei a bola com a mão, não sou batoteiro».


Henry dá um mãozinha e França vai ao Mundial


Possivelmente o jogo mais equilibrado dos "playoffs" da zona europeia acabou de forma inglória: um golo ilegal no prolongamento de Gallas deu a vitória aos franceses. Na sequência de um livre de Florent Malouda, Henry dominou a bola com o braço e seguidamente serviu Gallas que empurrou de cabeça para o fundo das redes de Shay Given.


Este resultado apenas vem colocar um véu naquilo que é realmente neste momento a França: uma selecção sem fio de jogo e que joga demasiado com o coração quando se vê apertada, passando o restante jogo a ritmo de caracol. E deu-se mal com a República da Irlanda que se aproveitou da situação para empatar a eliminatória quando Damien Duff colocou a bola em Robbie Keane que deu vantagem à selecção orientada por Giovanni Trapattoni. E, na verdade, nos minutos que se seguiram, os irlandeses podiam ainda ter ampliado a vantagem, com várias oportunidades a surgirem com Lawrence a ser protagonista.

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Na segunda parte, com a obrigação de correr atrás do resultado, - devido ao estatuto de que dispõe - a França colocou "carne no assador" e abriu espaços na retaguarda, aproveitados pela Irlanda para apostar no contra-ataque e levar outra vez perigo à baliza de Lloris.



O prolongamento mostrou finalmente uma França dominadora e que acabou por chegar à vitória da maneira já descrita. Este promete ser um jogo que fará correr muita tinta ainda, dado o tamanho do erro e a importância do encontro.

Anelka oferece vantagem à França



Conforme se esperava, a França sentiu muitas dificuldades na deslocação a Dublin para defrontar a República da Irlanda de Giovanni Trapattoni. O único golo foi apontado por Nicolas Anelka e permite aos gauleses receber a Irlanda com uma vantagem apreciável.

A vantagem, no entanto, serviu apenas para tentar disfarçar as debilidades de uma selecção que vence mas que está longe de convencer. A França é uma equipa com um potencial ofensivo que poucas selecções terão e é, ao mesmo tempo, a que menos caudal atacante demonstra no seu jogo. Quem tem Henry, Benzema, Anelka, Malouda ou Gourcuff não se pode contentar em jogar para o resultado.



Em Dublin, a selecção orientada por Domenech esteve sempre partida: a defesa e o ataque. O sector defensivo não se incorporou nos atacantes e os homens mais avançados não ajudaram a defesa. E, nesta apatia francesa, passou-se a primeira parte, com a Irlanda a aproveitar para assustar Lloris, embora não insistentemente - ou não fossem treinados pela "velha raposa".



A segunda parte trouxe uma França com algum discernimento - porque até então não apresentara nenhum - e o resultado foi um aumento imediato do perigo na baliza de Shay Given. A Irlanda passou a atacar apenas por contra-ataque, que, ainda assim, era venenoso. Os irlandeses viriam a ser atingidos pelo azar depois de uma exibição tão sólida. A quinze minutos do fim do encontro, Anelka inventou um disparo de longe que tabelou em Dunne e traiu o guardião do Manchester City.

Lippi espera que a França não passe


Marcelo Lippi, treinador da Squadra Azurra, revelou que deseja que a França fique pelo caminho no playoff de acesso ao Campeonato do Mundo 2010. E tudo isto por uma simples razão: do outro lado encontra-se um técnico muito querido pelos "seus" italianos e um grande amigo de Lippi, nada mais nada menos que Giovanni Trapattoni, com a República da Irlanda.

Vou torcer pelos italianos. Não tenho nada contra a França mas apoiarei os do meu país que são Trapattpni e Tardelli, disse o experiente treinador.

O antigo técnico da Juventus aproveitou também para revelar o onze que iniciará o jogo contra a Holanda:

Buffon; Zambrotta, Chiellini, Cannavaro e Grosso; Camoranesi, Pirlo, Palombo e Candreva; Palladino e Gilardino.
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