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Made in Colômbia

FC Porto conquista 15º troféu


O FC Porto conquistou este domingo a sua 15ª Taça de Portugal, ao bater o Desportivo de Chaves no Estádio Nacional por 2-1, golos de Freddy Guarín e Radamel Falcao, para os portistas, e Clemente para os flavienses.

Os "dragões" asseguraram assim a segunda vitória consecutiva na competição, em três finais seguidas, numa partida que começou com alguns sustos, mas que naturalmente começou a pender para o seu lado, com diversas oportunidades de golo. Freddy Guarín e Radamel Falcao aproveitaram duas das ocasiões na primeira parte, e lançaram os "azuis-e-brancos" para um triunfo tranquilo, apesar da reacção de Clemente.

Mas o Chaves até começou melhor. Edu quase fez o 1-0 para o Chaves, aos nove minutos, quando se conseguiu antecipar a Helton e tocou a bola para a baliza. Mas esta caprichosamente bateu no poste. O FC Porto respondeu por Guarín, que não falhou, aos 13 minutos. O colombiano fugiu pela direita, rematou cruzado e, quando todos esperavam que o guarda-redes Rui Rego segurasse a bola, esta escapou-lhe entre as mãos e aninhou-se junto ao poste mais distante.

Aos 20 minutos foi Hulk a isolar-se, mas desta feita o guardião flaviense efectuou uma excelente defesa. Foi o aviso para o que viria a acontecer três minutos volvidos, com o brasileiro a servir Falcao que, isolado, fez o 2-0. Aos 25 Hulk voltou a fugir, mas atirou ao lado, perante Rui Rego, numa altura em que a defesa do Chaves, muito subida, começou a dar mostras de não ter velocidade para o atacante portista.


Samson ainda marcou para os transmontanos, aos 37 minutos, mas o lance foi anulado por mão do jogador, antes do remate certeiro. E em cima do intervalo, os portistas poderiam ter marcado de novo. Os jogadores do FC Porto continuaram a aparecer isolados e Guarín surgiu solto, servindo Falcao para aquele que seria mais um golo fácil. Estranhamente, o atacante colombiano falhou.

A segunda parte começou praticamente com Miguel Lopes a enviar a bola à barra da baliza do Chaves. No entanto, os flavienses corrigiram alguns detalhes e o FC Porto nunca mais conseguiu colocar a bola nas costas da defesa contrária, escasseando as ocasiões de golo na etapa complementar.

A única verdadeira surgiu a cinco minutos do final, e para o Chaves, que aproveitou para reduzir. Uma falta de comunicação entre Bruno Alves e Helton permitiu ao recém-entrado Clemente fazer o golo, apenas com o guarda-redes portista pela frente. O Chaves ainda tentou o empate até final, mas a expulsão de Ricardo Rocha, por segundo amarelo, em tempo de compensações, acabou por acabar com a reacção. Bruno Alves também foi expulso. Os comandados de Jesualdo Ferreira ergueram o troféu, igualando o Sporting com 15 vitórias.

Lançamento da final da Taça de Portugal: Uma luta desigual

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Não estivéssemos a falar de Taça e a probabilidade de o FC Porto arrecadar um troféu seria, de forma arredondada, 100%. Como estamos a falar da competição em que os gigantes podem, de vez em quando, ser ofuscados pelos pequenos, o Chaves pode aspirar a surpreender o mundo do futebol amanhã. Aliás é mesmo esse o motivo que os move: mostrar ao mundo que jogos ganhos é coisa do passado.

Edu (Chaves)

Os flavienses desceram de divisão e apostaram, a partir de dada altura, a época na Taça de Portugal, esquecendo-se, um pouco, da questão da manutenção, o que acabou por lhes sair caro. Estão na final com o mérito de repetir o feito que só o Leixões conseguiu nesta década. E, na altura, os "bebés" deram muito trabalho ao Sporting onde pontificava Jardel. É nesse género de "mística" que os homens de Tulipa, treinador que já tem experiência de Primeira Liga, onde até já conseguiu roubar pontos aos dragões, se apoiarão. Não se pode esperar que o Chaves apresente jogadores exuberantes, acima da média - um dos únicos que se poderá salientar mais é mesmo o autor dos dois golos que apuraram o Chaves para a final, Edu -, antes, deve-se pensar nesta turma como isso mesmo, uma equipa unida e que procurará nessa mesma união o segredo da vitória.

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Mas do outro lado está o FC Porto, equipa que procura salvar a temporada com a conquista desta Taça de Portugal. Com efeito, a temporada dos azuis-e-brancos não correu conforme seria de esperar, e o Jamor pode ser o segredo da Salvação. Na final estão jogadores que vão vestir a camisola do FC Porto pela última vez, quase certamente, casos de Raúl Meireles ou Bruno Alves e que não quererão desperdiçar a oportunidade de ouro que têm para dizerem adeus a casa com uma Taça no bolso. A estrutura do Porto não deverá enganar: 4x4x2 em losango, à semelhança daquilo que vem sendo hábito nas últimas jornadas. Também este deverá ser o último troféu para o homem que em Portugal detém o recorde de treinador português com mais títulos seguidos. Parece que este é mesmo o fim da "Era Jesualdo" à frente dos "dragões", sendo que muitos nomes já se falam para suceder ao tricampeão pelos portistas. Certo é que, como é típico do professor, haverá uma lição de seriedade na hora de encarar este jogo, indiferente aos rumores cada vez mais insistentes que dão conta da sua saída.

Hélton, Bruno Alves e Raul Meireles de regresso


O guarda-redes Hélton, o defesa-central Bruno Alves e o médio Raul Meireles estão de volta aos convocados de Jesualdo Ferreira para a final a Taça de Portugal, disputada amanhã, às 17 horas, no Jamor. Em sentido inverso saem os portugueses Nuno, Nuno André Coelho e Orlando Sá. Rúben Micael, Varela e Mariano González continuam a fazer tratamento.

Assim sendo, os convocados são os seguintes:

Guarda-redes: Helton e Beto;
Defesas: Bruno Alves, Alvaro Pereira, Maicon, Rolando, Miguel Lopes e Addy;
Médios: Raul Meireles, Guarín, Belluschi, Valeri, Rodríguez, Tomás Costa e Fernando;
Avançados: Falcao, Hulk e Farías.

Pedro Proença é o escolhido para a "Festa da Taça"


A escolha para apitar o jogo entre o Desportivo de Chaves e o FC Porto referente à final da Taça de Portugal Millenium recaiu em Pedro Proença. O árbitro da AF de Lisboa é um dos mais experientes no panorama da arbitragem portuguesa.

Proença regressa, então, no próximo Domingo, ao Jamor, depois de ter apitado o jogo entre Belenenses e Sporting que viu os "leões" arrebatarem a Taça. Será auxiliado por Tiago Trigo e Ricardo Santos. O 4º árbitro será João Capela.

FC Porto e Chaves querem final da Taça no norte


Os responsáveis do FC Porto e do Desportivo de Chaves estão interessados que a final da Taça de Portugal se realize no norte e não no Estádio Nacional.

O presidente do clube flaviense, Mário Carneiro, em declarações à Renascença, confirmou os contactos com o FC Porto e revelou que é favorável à realização da final da Taça de Portugal no norte de Portugal.

Por outro lado, a Federação, por intermédio do vice-presidente Amândio Carvalho, alertou que o regulamento da competição estipula a realização da final no Estádio Nacional e que só poderá mudar em caso de um motivo de força maior.

Chaves reserva lugar no Jamor após vitória na Figueira

Naval-Chaves (Paulo Novais/Lusa)

O Desportivo de Chaves qualificou-se hoje pela primeira vez para a final da Taça de Portugal, ao vencer a Naval 1.º de Maio, por 2-1, na Figueira da Foz. O Chaves fez jus à vitória e esperou pelo momento certo para dar o xeque-mate, mas, pela forma como o jogo decorreu e com as vicissitudes do mesmo, o triunfo flaviense foi por demais justificado.

Na primeira incursão dos flavienses na área da Naval, minuto 10, Diop cai na área em luta com Gómis e os flavienses reclamaram grande penalidade. Cinco minutos volvidos, a Naval inaugura o marcador e iguala a eliminatória por Fábio Júnior. Cobrança de bola parada, esférico desviado ao segundo poste Fábio Júnior de "bicicleta" não perdoou. Reagiram os flavienses ao golo figueirense. A equipa de Tulipa avançou no terreno e, aos 26 e 37, Danilo e Samsom colocaram Peiser à prova com dois remates de grande perigo.

Inácio promoveu alterações no reatamento, deixando Alex Hauw no balneário e fazendo surgir no seu lugar Davide e a partida decresceu de qualidade. Aos 70 e 81 minutos, Rui Rego com duas defesas arrojadas negou o golo a Fábio Júnior e Camora e o cenário de prolongamento começou a ganhar consistência. Inácio guardou para o início do prolongamento o seu último trunfo de banco: Kerrouche. Completado o primeiro minuto do prolongamento Edu cai na área e o banco do Chaves salta em protesto, Castanheira, que já tinha sido substituído, acaba por ser admoestado com uma vermelho directo.

Clemente (D. Chaves)disputa a bola com Daniel (Naval)

Na etapa inicial do prolongamento, um cabeceamento de Godemèche, bem resolvido por Rui Rego, foi o lance mais perigoso. Cinco minutos após o início do prolongamento o Chaves iguala a partida por Edu e passa novamente a ter vantagem na eliminatória. Lançamento longo de Ricardo Rocha, Edu persegue a ver no que dá e ganha o esférico perante a passividade de Camora e Peiser. Não ficou por aqui a festa dos transmontanos. O mesmo Edu, em cima dos 119, garantiu o triunfo do Chaves com mais um golo.

Domingos atento a Bamba

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O médio-defensivo Siaka Bamba, de apenas 20 anos, tem-se destacado no Chaves, que discute com o Paços de Ferreira a passagem à final da Taça de Portugal, e despertou a curiosidade dos responsáveis do clube arsenalista, que já trataram de recolher o máximo de informação possível sobre o jovem talento natural da Costa do Marfim.

Uma péssima novidade para o Paços de Ferreira, Setúbal e Guimarães, todos interessados nas qualidades técnicas e no potencial físico do jogador, cujo passe está avaliado em apenas 500 mil euros. Foi esse o valor estabelecido pelo Chaves na época anterior, quando o Paços de Ferreira tentou a contratação do centrocampista, por sugestão de Paulo Sérgio, actual treinador do Guimarães; mas poderá baixar substancialmente, atendendo a que o jogador apenas tem mais um ano de contrato.

Internacional sub-21 pela Costa do Marfim, Siaka Bamba destaca-se pela robustez e, ao mesmo tempo, pela agilidade que acrescenta ao meio-campo, actuando com simplicidade e enorme eficiência, predicados que Domingos Paciência tem tentado despistar através do visionamento de filmes de jogos.

Flavienses dão grande passo rumo ao Jamor

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O sonho transmontano de ter uma equipa na final do Jamor ainda vive. Sobreviveu no limite do sofrimento, num minuto louco, que começou numa baliza e terminou na outra: começou num golo mal anulado a Diego Ângelo e terminou no cabeceamento triunfante de Ricardo Rocha no último segundo da partida, passados quatro minutos do tempor regulamentar. O Desp. Chaves ultrapassou todas as dificuldades e com menos um jogador fez o resultado que deixou o Jamor a três horas de distância. Hora e meia foi cumprida, falta a segunda metade.

O D. Chaves entrou mal e provavelmente acusou o peso de um início de noite histórico: nunca tinha chegado tão perto da final da Taça de Portugal. A primeira parte foi quase toda da Naval. Camora por duas vezes ficou a milímetros de marcar, Bolívia e Fábio Júnior também ameaçaram, o Chaves foi aguentando como podia. A equipa de Tulipa apostava nas saídas rápidas para o ataque, quase sempre infrutíferas. Só num remate de Clemente ameaçou o golo.

Bruno Magalhães (D. Chaves) em luta com Fábio Junior (Naval)

Na segunda parte as coisas mudaram ligeiramente. O D. Chaves surgiu mais afoito, mais descomplexado, mais personalizado. Trocou a bola no meio-campo adversário e ficou perto do golo num remate de Bruno Magalhães que o colega Clemente impediu de se dirigir à baliza. A partir daí sentiu-se que a ambição flaviense ganhou asas. A equipa cresceu, o público animou-se, a Naval não deixou de procurar também ela o golo e o jogo ficou mais interessante. Até que um erro de Paulo Costa deitou quase tudo a perder: dois amarelos exagerados expulsaram Samson e empurrar o Chaves para trás.

A partir daí só deu Naval. Augusto Inácio soube mexer na equipa e manter a ambição e chegou ao golo num remate de Diego Ângelo mal anulado: o central não estava em fora-de-.jogo. O balde de água fria nos cerca de 2500 adeptos flavienses quando Ricardo Rocha fez de cabeça o golo da vitória. No último fôlego.


FC Porto irá jogar a meia-final da Taça de Portugal frente ao Rio Ave


Realizou-se hoje às 12.30 h, o sorteio das meias-finais da Taça de Portugal.
Ao FC Porto que irá jogar primeiro fora, calhou o Rio Ave, enquanto que a Naval, que irá jogar primeiro em casa, defrontará o Chaves.
De recordar que na última eliminatória, os dragões eliminaram o Sporting vencendo por 5-2, o clube vilacondense eliminou o Sp. Braga por 5-6 nos penaltys, a Naval venceu o Pinhalnovense por 1-2 e o Chaves venceu o Paços de Ferreira por 1-2.
Na 1ª "mão" os jogos irão realizar-se dias 23,24 ou 25 de Março, enquanto que a 2ª "mão" irá ser realizada dia 13, 14 ou 15 de Abril. O FC Porto pediu que os seus jogos sejam nos dias 24 de Março e 14 de Abril.
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