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Ex-seleccionador ataca Pepe


Carlos Queiroz respondeu, esta sexta-feira, às palavras proferidas por Pepe, ontem, na sequência das suspeitas levantadas pelo antigo seleccionador nacional de Portugal. O luso-brasileiro pediu a Queiroz para não desestabilizar a Selecção Nacional e, na resposta, o treinador foi, no mínimo, corrosivo.

"O Pepe é o único em Portugal que parece não ter compreendido que eu sou o único a defender o Liedson e os outros jogadores da Selecção. Ele parece uma figurinha menor de uma telenovela brasileira baixa. Ainda ele andava de chupeta na boca, a pensar que Selecção iria representar, já eu oferecia títulos de campeão do Mundo a Portugal", começou por afirmar , esta manhã, à chegada a Lisboa.

O discurso de Queiroz viria a endurecer ainda mais de seguida. "Ele que não se meta na minha vida quando sou pontapeado na minha dignidade, assim como eu não me meto na vida dele quando pontapeia selvaticamente colegas de profissão na cabeça", atirou ainda o ex-seleccionador. A duríssima resposta continuou, ainda, com recurso a alguns termos tipicamente brasileiros: "Está bancando o patriota aqui com o cara, oi, parece que é um bocadinho abusivo. Precisa que lhe falem assim. Você está bancando bobo, ou está bancando puxa-saco?"

Queiroz pede demissão de Luís Horta e Luís Sardinha ao Presidente da República


O ex-seleccionador nacional, Carlos Queiroz, regressou esta sexta-feira a Lisboa e pediu com clareza a demissão de Luís Horta e Luís Sardinha, presidentes da Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP) e Instituto do Desporto (IDP), respectivamente, apelando ao Presidente da Republica para que tome providências.

Queiroz regressou e falou sem reservas depois de o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) ter anulado o castigo de seis meses de suspensão imposto pela Autoridade anti-dopagem por considerar que o treinador não perturbou o controlo anti-doping no estágio que a equipa das quinas realizou na Covilhã, antes da fase final do Mundial-2010. «Apelo ao que julgo ser a última reserva deste pantanal em que caíram algumas coisas do país, ao Presidente da República, para tome providências para que pessoas como Luís Horta e Luís Sardinha tenham de sair imediatamente de aparelhos e das funções do estado com responsabilidade», sublinhou Queiroz ainda no aeroporto.

O ex-seleccionador voltou a dizer que considera que Luís Horta teima em «perseguir» jogadores de futebol, pois durante o estágio, a Selecção «foi controlada duas vezes numa semana», o que «demonstra bem a atitude de suspeita, perseguição e reserva» do presidente da ADoP. «Manter uma pessoa destas, que não tem carácter, seriedade e idoneidade, num cargo de tamanha responsabilidade em Portugal é uma brincadeira para todos os profissionais de futebol», acusou. in ABola

TAS iliba Carlos Queiroz


Deu frutos a persistência de Carlos Queiroz, ao apresentar recursos sucessivos, no seu conflito com a ADoP. A Autoridade de Antidopagem de Portugal suspendeu o antigo seleccionador, quando este estava ainda no cargo, por um período de seis meses, por este alegadamente ter impedido a realização de um controlo anti-doping. O Tribunal Arbitral do Desporto pronunciou-se hoje sobre o caso e deu razão a Queiroz, pelo que o castigo fica automaticamente sem efeito.

Cabe agora a Carlos Queiroz decidir se quer avançar para os tribunais civis para pedir um indemnização pelos danos causados pelo castigo e que terão sido um dos motivos da suspensão.


Queiroz apresenta queixa-crime contra Laurentino, Horta e Sardinha


Carlos Queiroz vai avançar, na próxima semana, com uma queixa-crime ao Secretário de Estado da Juventude e Desporto, Laurentino Dias e, ainda, ao presidente da Autoridade Anti-Dopagem de Portugal (ADoP), Luís Horta, e ao presidente do Instituto do Desporto de Portugal, Luís Sardinha.

A informação foi prestada à Agência Lusa por fonte próxima do ex-seleccionador nacional português. A queixa-crime é fundamentada por alegados indícios de fraude processual no processo disciplinar interposto pela ADoP, o qual, segundo a mesma fonte, "não continha nenhuma referência" a qualquer perturbação do controlo anti-doping por parte do ex-seleccionador, o que indicaria "uma viciação a posteriori na acusação formulada contra este".

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